Quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010

Mais sessões fotográficas do fotógrafo Mário Galiano com entrevistas a personalidades e sessão fotográfica para a Central Models!!!

Pessoal hoje continuo com as fotos de sessões fotográficas do fotógrafo Mário Galiano em entrevistas...


 

Ana Garcia Martins: "A Pipoca acaba por ser uma espécie de alter-ego"

A autora do blogue 'A Pipoca Mais Doce' foi eleita a mulher mais invejada num concurso promovido na internet.

ana-garcia-martins
Ana Garcia Martins
Mário Galiano

O mais provável é que o nome

Ana Garcia Martins

não lhe diga muito, mas se lhe falarmos de

A Pipoca Mais Doce

 

, provavelmente relaciona-o com o blogue que a jornalista criou há seis anos e ao qual deu precisamente este nome. O que era para ser um espaço anónimo onde

Ana Garcia Martins

, de 28 anos, exercitava o seu humor escrevendo sobre o dia-a-dia de uma mulher, depressa fidelizou grande número de internautas. O resultado foi a saída gradual do anonimato, que acabou definitivamente quando a jornalista publicou em livro uma compilação desses textos, pouco depois de ter sido eleita a mulher mais invejada de Portugal num concurso promovido pela RedQ by DeltaQ, na internet.


A CARAS quis descobrir essa mulher que vive na pele as aventuras da Pipoca, e descobriu uma jornalista que caminha pela vida sempre com bons sapatos... de preferência de salto alto.



- Como tem lidado com a crescente curiosidade das pessoas em saber quem é afinal A Pipoca Mais Doce?
Ana Garcia Martins -

Tem sido relativamente tranquilo. Não tenho mil solicitações e tenho coordenado tudo. Mas é muito engraçado ver como é que um blogue, que começou de forma completamente anónima, porque não sou conhecida nem faço muito por isso, se desenvolveu.



Ana Garcia Martins
Ana Garcia Martins
Mário Galiano

- Imagino que ter sido considerada a mulher mais invejada a tenha surpreendido...
-

Não estava à espera da nomeação, muito menos de ganhar. Foi estranho, sobretudo sabendo que as outras nomeadas eram mulheres conhecidas.



- E o que é que acha que pode suscitar essa tal inveja?
-

Primeiro, acho que é importante fazer a distinção entre a inveja como algo mau e pejorativo e aquela inveja boa que toda a gente tem. Já disse várias vezes que invejo amigas minhas, ou por serem mais magras, ou por serem mais bem sucedidas... Mas isso não quer dizer que eu não queira que elas sejam assim. O que é que eu tenho para invejar? Não sei dizer. Penso que as pessoas votaram por empatia, porque se sentem mais próximas de mim do que de alguém que vêem na televisão.



- O que distingue a Pipoca da Ana?
-

A Pipoca acaba por ser uma espécie de alter-ego, não há grandes diferenças entre quem eu sou e a Pipoca. A Pipoca aproveita o espaço da internet e o anonimato, que agora acabou, para ser um bocadinho mais cáustica, corrosiva, irónica, para dizer em voz alta aquilo que às vezes temos vontade e não podemos. E acabo por falar um bocadinho de tudo o que está relacionado com a minha idade. Falo dos problemas amorosos, burocráticos - como uma ida a uma repartição de Finanças -, da eterna questão dos jovens terem dificuldade em emanciparem-se...



Ana Garcia Martins
Ana Garcia Martins
Mário Galiano

- E o que é que a Pipoca inveja?
-

Temos quantas horas para falar? [risos] Invejo mulheres sem um grama de celulite, quem pode sair à rua com os Louboutin nos pés, quem tem muito tempo livre, porque também gostava, quem tem uma casa à beira-mar... Invejo o Porto por conseguir ser campeão e o meu Benfica, coitadinho, andar ali na cepa torta...



- Mas sente-se realizada...
-

Sim. Faço aquilo de que gosto, tenho amigos, família, namorado, um blogue. Tirando a parte da celulite, não poderia desejar mais nada.



 

Joana Balaguer partilha a história de amor que a trouxe para Portugal

Apaixonada pelo piloto de ralis português Bernardo Sousa, a actriz brasileira mudou-se há três meses para Lisboa, onde este ano vai passar o Natal.

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Joana Balaguer
Mário Galiano

Pode dizer-se que o romantismo está em crise, mas ainda há histórias de amor que contrariam essa teoria. E o romance entre Joana Balaguer, de 25 anos, e Bernardo Sousa, de 22, é a prova disso. A actriz e manequim brasileira e o piloto de ralis português conheceram-se através de um amigo comum - mas Joana não quer dizer onde - e foi amor quase à primeira vista. A distância não foi um impedimento para começarem a namorar e, entre o Brasil e Portugal, o casal foi consolidando a relação. Contudo, em Agosto, a actriz resolveu dar um passo muito importante na sua vida: mudar-se para o nosso país. Feliz por ter tomado esta decisão, Joana vive agora com o namorado e até já está a trabalhar cá. A actriz interpreta o papel de Sofia Pinhão, uma professora de vólei, na série Lua Vermelha, na SIC.
Foi sobre esta história de amor sem fronteiras que a CARAS conversou com Joana, que se prepara para viver o seu primeiro Natal com os sabores, o frio e as tradições portuguesas.

- Vai passar o Natal, tradicionalmente a festa da família, longe do seu país...
Joana Balaguer - Tinha vontade de ir ao Brasil e passar lá o Natal e a passagem de ano, mas, como estou a gravar, não vou conseguir. Então passo cá, e na passagem de ano o meu pai vem ter comigo.

- Vai ser um Natal muito mais frio do que aqueles a que está habituada...
- Sim, mas eu gosto muito mais do Inverno do que do Verão. Acho que as pessoas ficam mais bonitas. E o Natal tem mais que ver com o frio. Cresci a ver aqueles filmes como o Sozinho em Casa, que tem muita neve...

Joana Balaguer
Joana Balaguer
 
Mário Galiano
- Dá muita importância a esta época do ano?
- Sim. Gosto do Natal, e ainda mais da passagem de ano. Acho que o Natal tem mais graça quando somos novos, quando temos crianças em casa... Depois os pais separam-se, a irmã casa, e então esse espírito começa a perder-se... Mas gosto de ver o Natal nas ruas, parece que todo o mundo está mais amoroso.

- É uma pessoa materialista ou não liga aos presentes?
- Adoro receber presentes. Gosto muito de comprar para mim, mais do que de receber, porque podemos não gostar. Prefiro chegar e comprar. Sou uma pessoa consumista, mas não sou materialista. Sou desprendida das coisas materiais. Se quebrar, quebrou, se perdeu, perdeu...

- Parece ter uma personalidade forte...
- Tenho um temperamento forte e gosto que as coisas sejam feitas à minha maneira. Sou um pouco egoísta, penso em mim e depois nos outros. Tenho muito a mania! Ainda bem que encontrei o Bernardo agora, porque se fosse aos 40 anos, acho que não arranjava ninguém! [risos] Na verdade, estou sempre de bem com a vida, adoro falar, estou sempre pronta para tudo. Se eu fosse homem, gostaria de estar com a Joana. [risos]

Bernardo Sousa e Joana Balaguer
Bernardo Sousa e Joana Balaguer
 
Victor Freitas
- Veio para Portugal por amor. É uma romântica?
- Zero! O Bernardo é que é. Lá no Brasil há uma expressão que é o homem beta, que é o homem do novo século, que gosta de discutir a relação, que manda flores, que se lembra das datas, cozinha, mas não é gay. O Bernardo é um homem beta. E eu adoro que ele faça essas coisas. Mas vir para Portugal foi mesmo uma prova de amor! E estou sempre a dizer ao Bernardo que vim para cá para estar com ele. É o meu maior argumento. Digo que larguei tudo para vir para cá! [risos]

- E como é que tem sido gerir a relação entre uma brasileira e um português?
- No começo foi difícil, porque havia coisas que para ele eram supernormais e para mim eram estranhas. Penso que o Bernardo se adaptou mais ao meu estilo de vida brasileiro do que eu ao dele. Mas temos conciliado. A única coisa de que sinto mesmo a falta é de não ter uma raiz em comum com ele. Eu não posso falar de músicas da infância, porque ele não conhece. Quando vim a Portugal pela primeira vez, tive de voltar ao Brasil para gravar o programa da Xuxa e ele perguntou-me quem é que ela era! Mas ele já sabe muitas coisas. E no dia-a-dia é tudo normal.

Joana Balaguer
Joana Balaguer
Mário Galiano

- E como é que está a correr a sua integração em Portugal?
- Está a ser óptima! Eu e o Bernardo não temos uma rotina. Ele viaja uma vez por mês e agora eu também comecei a trabalhar. E adaptei-me muito bem. Só tinha um bocadinho de medo de conduzir, mas agora já começo a saber onde é que ficam as ruas. É muito fácil uma pessoa adaptar-se a Portugal. Vocês são pessoas muito simpáticas. É tudo muito parecido com o Brasil.

- Já usa aliança de casada...
- Sim, e um anel que a minha avó me deu. O Bernardo já não é só meu namorado. Lá no Brasil, morar junto é igual a estar casado. Mas pelo que me vou apercebendo, aqui não é a mesma coisa. Eu até prefiro ser namorada, porque não tem aquele comodismo. Nunca sei como o apresentar... Mas eu sinto-me casada.

- Mas gostava de se casar?
- Desde pequena que digo que não faço questão de me casar. Sempre achei uma besteira gastar dinheiro em casamento, ainda por cima hoje que se casa e depois se descasa. As coisas estão óptimas como estão, mais vale não mexer.


Helena Laureano feliz e apaixonada "A minha filha é o grande amor da minha vida"

A actriz, de 41 anos, atravessa uma fase bastante positiva da sua vida, tanto a nível profissional como pessoal

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Helena Laureano em produção para a CARAS
Mário Galiano
Sempre lhe foi reconhecida uma certa loucura, ainda que saudável, mas que lhe trouxe alguns dissabores a nível profissional e pessoal. Helena Laureano reconhece que a sua impulsividade lhe causou problemas, mas diz que, sem ter perdido a genuinidade, aprendeu a controlar-se e é hoje uma mulher mais calma e ponderada. Um equilíbrio para o qual contribuiu a relação que mantém com Inácio, um músico de 27 anos que a actriz, de 41, não se cansa de elogiar. Do outro amor da sua vida, a filha, Beatriz, de dez anos, fala com orgulho e um sorriso rasgado. A CARAS entrevistou Helena no Lollipop, um local de excepção em Lisboa, com vista privilegiada para a Ponte 25 de Abril e para o Tejo.

- Fim de tarde em Lisboa, com esta luz fantástica e uma vista maravilhosa sobre o rio, faz-nos gostar mais da cidade em que vivemos e relaxar do stresse do dia-a-dia...
Helena Laureano - Gosto de Lisboa, é o sítio onde vivo, apesar de ser de Sesimbra. Aqui temos uma luz maravilhosa. Mas relaxo muito bem mesmo é na praia, porque tem que ver comigo, com o sítio onde nasci. Se bem que agora tenho uma casa perto do rio, da água, que me ajuda muito a manter a calma. E para conseguir manter a calma é preciso esforçar-me!

- Sempre foi uma mulher muito impulsiva...
- Sou muito impulsiva, sim. Tento controlar essa impulsividade, porque por vezes é vista de uma forma que não é real. Mas também acho que, acima de tudo, temos que ser verdadeiros. E às vezes isso desagrada às pessoas.

- Alguma vez essa forma de ser afectou o seu trabalho?
- Sem dúvida que sim. Sempre fui impulsiva, reivindicativa, e isso já afectou o meu trabalho. Mas não gosto de injustiças!

- E como superou isso?
- Com muita ponderação, calma, e tendo em mente que valho pelo trabalho que faço. Essa foi sempre a minha mais-valia.

- E na sua vida pessoal...
- Também já fui afectada. Mas acho que isso terá que ver com uma certa maturidade, não a nível de idade, mas de cabeça. As pessoas têm que ter capacidade de perceber o porquê de uma reacção impulsiva. Porque não estamos sempre bem.

- Uma característica que sempre lhe foi atribuída foi uma certa dose de loucura...
- De menino e de louco todos temos um pouco... Às vezes as pessoas dizem 'lá vem a maluca', mas a verdade é que eu adoro aquilo que faço. E quando estou no meu trabalho, estou bem-disposta naturalmente, sou eu própria. Não faço por estar assim. Quando estou maldisposta, nota-se logo. Porque representar só mesmo no meu trabalho, fora disso sou como sou. E as pessoas gostam ou não gostam. Sou muito pura, mas sinto que por vezes usam a minha boa disposição para justificar outras situações. Quando isso acontece, desmascaro tudo no momento.

- Depois existe o outro lado, o da Helena mãe...
- Já sou mãe há dez anos, e sem dúvida que a gravidez foi o período de maior serenidade da minha vida. No início achava que não ia conseguir trabalhar, estava sempre agarrada à minha filha, mas entretanto tudo se foi adaptando. E sem dúvida que a minha filha é o grande amor da minha vida, um amor que cresce todos os dias. Às vezes é complicado...

- Porque sente a responsabilidade da educação dela?
- Pela educação de um ser humano que tem uma forte personalidade. E a Beatriz está a entrar numa idade malandra. E muitas vezes penso: 'Ooopss, eu não te disse isso, não te ensinei isso!'

- Como é que ela lida com o seu trabalho, com a sua exposição?
- É tudo muito natural para ela, mas às vezes sente-se um pouco envergonhada na rua por falarem na mãe, e eu tento compensá-la por isso. Mas por outro lado está sempre atenta e sente-se orgulhosa do trabalho da mãe. Diz a toda a gente sempre que passa algo meu na televisão, nem que seja só a voz. Claro que fico muito feliz por isso, e orgulhosa também.

- Um assunto talvez mais delicado: o amor.
- [risos] Que quer que lhe diga?

- Digamos que sei que encontrou algum equilíbrio com a pessoa com quem está neste momento...
- Sem dúvida que sim. Namoro há cerca de um ano com um rapaz que é músico, e estou bem.

- É fácil conciliar uma relação com uma pessoa que trabalha também no meio artístico?
- O Inácio é uma pessoa muito especial. Tem uma maneira de ver as coisas e de estar na vida que é cada vez mais rara. É uma boa alma e traz muito boas vibrações.

- É mais novo uns anos...
- Sim, mas isso não muda nada. Ele tem 27 anos, mas terá provavelmente muito mais maturidade que algumas pessoas de 40. É uma pessoa muito moderada e que tem a vida muito preenchida. Mas, acima de tudo, é uma pessoa fantástica.

- Como é que está a ser a participação em Flor do Mar?
- É um projecto que me tem dado algumas dores de cabeça! Sou extremamente rigorosa e exigente com o meu trabalho e não tenho saído muito satisfeita das gravações. Sei o caminho que tracei para a Carolina e, de certa maneira, nem sempre tenho conseguido segui-lo, e fico triste com isso.

- E tem sido fácil conciliar as viagens entre o Funchal e Lisboa com a sua vida pessoal?
- A verdade é que viajei mais quando estava na Ilha dos Amores. Mas o que mais me custa é mesmo o tempo de espera nos aeroportos. Porque não tenho passado grandes temporadas fora. E a Beatriz nem tem sentido isso, porque eu e o João [Cabral] temos custódia partilhada, por isso ela fica uma semana comigo e outra com o pai.

- Já começa de alguma forma a sentir o peso da idade?
- É óbvio que se sente o peso da idade, talvez não em termos psicológicos, mas em termos físicos. Porque continuo a ter a mesma energia de sempre, só que o corpo ressente-se.

- Equacionaria fazer uma plástica?
- Completamente. Faria uma sem problemas. Temos que nos sentir bem! Antigamente, por exemplo, comia de tudo e o meu corpo estava sempre igual. Agora já não é tanto assim. Por isso estou mais dedicada ao desporto e estou também com o Dr. Tallon, para ficar mais em forma. Porque adoro comer...


A escolha de... Sofia Escobar

Natural de Guimarães, a actriz passou a ser conhecida depois de ter sido distinguida, em Londres, como Melhor Actriz de Teatro Musical pelo seu papel na peça 'West Side Story'.

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Sofia Escobar
Mário Galiano
Tem apenas 24 anos, mas já recebeu o galardão de Melhor Actriz de Teatro Musical, atribuído pelo portal Whatsonstage, e nomeada na mesma categoria para os prémios Laurence Olivier, ambos em Inglaterra. Natural de Guimarães, uma cidade que não se cansa de promover, é, no entanto, em Londres que Sofia Escobar tem recebido os maiores elogios pela sua vocação para representar, dançar e cantar, sobretudo desde que foi escolhida para interpretar os papéis de Christine, a personagem principal do Fantasma da Ópera, e Maria, a porto-riquenha de West Side Story. "Olhando para trás, lembro-me bem da sensação de estar a viver num sonho", diz a actriz, que tenciona regressar ao seu país e dar a conhecer o seu talento ao público português.

O CD
Banda sonora 'Bombay Dreams'Neste momento, ando a ouvir a banda sonora do musical Bombay Dreams, em especial a música Journey Home. Deixa-me um pouco triste, porque fico com vontade de ir para Portugal, mas por outro lado é linda.

O LIVRO
'A Casa dos Espíritos'
Não consigo nomear apenas um. A Casa dos Espíritos, de Isabel Allende, e Fernão Capelo Gaivota, de Richard Bach, são dois dos meus favoritos. Este último tem uma mensagem incrível de luta e persistência, numa escrita muito simples mas verdadeiramente tocante.

O ESPECTÁCULO
'Romeu e Julieta'
Romeu e Julieta, de Shakespeare, é um dos meus clássicos favoritos, acho o espectáculo absolutamente fantástico.

O RESTAURANTE
Adega dos Caquinhos
A Adega dos Caquinhos, em Guimarães, é um espaço simples, com comida caseira, óptimo para passar um bom bocado entre amigos. Em Londres, um dos meus preferidos é o Papageno's, que tem uma atmosfera muito musical!

O BAR
Phoenix Artist Club
Fica em Londres. É um bar para actores, onde se vive um ambiente incrível e no qual o dono faz aparições muito artísticas. É muito divertido.

O FIM-DE-SEMANA
Com a família
Pode ser em qualquer lado, desde que seja em boa companhia. Com a minha família e os meus amigos seria sempre perfeito.

A VIAGEM
Rússia, Tailândia e Singapura
Adoro conhecer países e culturas diferentes. Gostava imenso de ir à Rússia, à Tailândia e a Singapura, entre muitos outros destinos. Atraem-me culturas muito diferentes. Gosto de observar tudo, desde a arte à arquitectura, passando pela música, religião e gastronomia.



Workshop de Fotografia
 
FotógrafosMario Galiano Portfolio

No dia 13 de Novembro, os alunos do Curso Profissional de Técnico de Fotografia participaram num Workshop de Fotografia com o fotógrafo profissional Mario Galiano e uma modelo da Central Models. O Media Markt de Leiria foi pequeno para tantos fotógrafos amadores (e profissionais) que irão agora enviar as suas fotos para o Concurso onde se habilitam a ganhar uma máquina fofgráfica profissional.

publicado por Rickymcdread às 00:34
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