Sábado, 6 de Março de 2010

Criança de 12 anos suicida-se em Mirandela por sofrer de Bullyng “Sofreu até se atirar ao rio”, a definição de Bullyng e dicas para combater as práticas de Bullyng!!!

Hoje deixo-vos com um caso que é muito habitual nas escolas e que tem vitimisado vários jovens e adolescentes, há bem pouco tempo um jovem chegou ao suicidio devido a práticas constantes de bullying, que consiste em agressões não só fisicas mas também psicológicas...

 
  Márcio abraçado a uma tia enquanto assiste, emocionado, às buscas. Márcio abraçado a uma tia enquanto assiste, emocionado, às buscas.

Mirandela: Corpo de menino de 12 anos continua por resgatar

 

“Sofreu até se atirar ao rio”

Família revoltada com a tragédia que vitimou Leandro. Pais de colegas de escola denunciam outros casos de bullying.

'Ele faltou à última aula da manhã. Quando saímos, encontrámo-lo num canto. Tinham-lhe batido. Durante a hora do almoço, voltaram a bater-lhe. Ele não aguentou, saiu a correr e disse que ia saltar da ponte. Segurámo--lo, mas ele foi mais forte, correu, tirou a roupa e atirou-se', descreve o primo de Leandro, Ricardo Nunes, de 14 anos.

A estrutura pequena e franzina de Leandro Pires, residente em Cedainhos, Mirandela, tornava-o no principal alvo das agressões. Era uma criança calma, carinhosa e sensível e, ao contrário do irmão gémeo, nunca se conseguiu defender. Há cerca de um ano, esteve internado três dias no hospital depois de ter sido brutalmente pontapeado. 'Só espero que quem fez isto ao nosso menino passe por muito na vida, porque o nosso Leandro sofreu muito, sofreu tanto que até se atirou ao rio', desabafa Paula Nunes, tia da criança. Leandro não era a única vítima de bullying (violência física ou psicológica entre crianças no espaço escolar). Ao Correio da Manhã, pais de alunos confessaram que também os filhos, que frequentam a mesma escola, foram já alvo de agressões. 'A minha filha ligou-me para o trabalho a chorar, desesperada. Só me pedia que a fosse buscar à escola porque lhe tinham batido', conta Maria da Luz, mãe de uma aluna agora com 14 anos.

A poucos metros do local onde o pequeno Leandro decidiu pôr termo ao seu sofrimento, Amália e Armindo, pais da criança, choravam em desespero a morte do filho. Em choque, deixavam apenas as lágrimas correrem pela face, questionando as razões que deram origem à tragédia.

'Não entendo como é que isto foi acontecer. Há um ano, ele esteve internado no hospital porque lhe bateram muito, mas nunca mais soube de nada assim tão grave. A água levou o meu filho, levou o meu menino', lamenta Amália, recusando-se a aceitar o que aconteceu.

DISCURSO DIRECTO

'O BULLYING VEICULA MEDO E SILÊNCIO', Tânia Paias, Psicóloga e Investigadora na Área do Bullying

Correio da Manhã – Existe um perfil-tipo da vítima?

Tânia Paias – São crianças ou jovens mais tímidos ou que têm alguma particularidade que pode ser alvo de brincadeira por parte dos colegas.

– Quais os sinais a que os pais devem estar atentos?

– O bullying veicula o silêncio e o medo. Um olhar menos atento não percebe o que se passa. Sinais como perda de apetite, irritabilidade, dores de cabeça ou estômago, falta de vontade de ir à escola e isolamento são, muitas vezes, confundidos com a própria adolescência.

– Que complicações existem para a vítima?

– Algumas situações prolongam--se durante anos e isso pode ter complicações na idade adulta, como falta de confiança em si próprio ou incapacidade de se relacionar com alguém.

DIFICULDADES EM DESCOBRIR O CORPO

'Temos 150 pessoas a trabalhar, mas as dificuldades para encontrar o corpo são muitas. Há buscas no leito e nas margens do rio, no entanto a corrente está muito forte e a luminosidade na água é muito pouca', explicou o tenente-coronel Melo Gomes. As tentativas de resgate continuam hoje de manhã com o auxílio de um helicóptero.

'TIREI A ROUPA PARA SALVÁ-LO'

Christian Gonçalo fez tudo para evitar que o seu melhor amigo levasse até ao fim a vontade de pôr termo ao sofrimento. 'Ainda tirei a roupa para tentar salvá-lo, mas a corrente era muito forte', recordou ao CM o colega de Leandro Pires.

Christian fecha os olhos e as imagens da tragédia sucedem-se na sua cabeça. Não aceita nem consegue esquecer o momento em que viu o melhor amigo desaparecer nas água do rio. 'Começou a ir acima e abaixo, até que o deixámos de ver. Gritámos por ajuda, algumas pessoas que estavam perto ainda tentaram, mas já não havia salvação', contou a criança, com lágrimas nos olhos.

ESCOLA EM SILÊNCIO

Os responsáveis da Escola EB 2,3 Luciano Cordeiro continuam em silêncio e sem reagir às acusações de bullying, apesar de o Ministério da Educação já ter aberto um processo de averiguações para apurar o que ocorreu no recinto da escola.

José António Ferreira, presidente da Associação de Pais, rejeita a ideia de que os alunos sejam vítimas de bullying. 'As histórias que agora se contam são boatos que surgiram devido à carga emotiva do momento', afirmou. Um estudo realizado pela Sub-Região de Saúde de Bragança, porém, refere que onze por cento dos alunos da Escola EB 2,3 Luciano Cordeiro dizem ter sido vítimas de agressões físicas ou psicológicas por três ou mais vezes.

DOR: AVÓ ESTÁ INCONSOLÁVEL

'Tenho muitos netos, mas nenhum ocupa o lugar deste. Ele era tão bom para mim, tão querido. Não acredito, ainda não acredito que perdi o meu netinho', gritava ontem Zélia, de 72 anos 

MINISTÉRIO: INQUÉRITO ABERTO

O Ministério da Educação abriu um processo para averiguar o que poderá ter ocorrido no recinto da escola. O caso está a ser investigado pelas autoridades

AMIGOS: 'O LEANDRO SOFRIA'

'Antes de ele se atirar ao rio, vi colegas da escola a baterem-lhe. O Leandro sofria, mas nunca se conseguiu defender', contou Pedro, colega de turma do menino de 12 anos 

 

 



 

Definição de Bullying...

Bullying

 
O bullying escolar na infância é uma prática observada em várias culturas.

Bullying é um termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully ou "valentão") ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender. Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de bullying pela turma.

Caracterização do bullying

No uso coloquial entre falantes de língua inglesa, bullying é frequentemente usado para descrever uma forma de assédio interpretado por alguém que está, de alguma forma, em condições de exercer o seu poder sobre alguém ou sobre um grupo mais fraco. O cientista sueco - que trabalhou por muito tempo em Bergen (Noruega) - Dan Olweus define bullying em três termos essenciais:

  1. o comportamento é agressivo e negativo;
  2. o comportamento é executado repetidamente;
  3. o comportamento ocorre num relacionamento onde há um desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas.

O bullying divide-se em duas categorias:

  1. bullying direto;
  2. bullying indireto, também conhecido como agressão social

O bullying direto é a forma mais comum entre os agressores (bullies) masculinos. A agressão social ou bullying indireto é a forma mais comum em bullies do sexo feminino e crianças pequenas, e é caracterizada por forçar a vítima ao isolamento social. Este isolamento é obtido através de uma vasta variedade de técnicas, que incluem:

  • espalhar comentários;
  • recusa em se socializar com a vítima
  • intimidar outras pessoas que desejam se socializar com a vítima
  • criticar o modo de vestir ou outros aspectos socialmente significativos (incluindo a etnia da vítima, religião, incapacidades etc).

O bullying pode ocorrer em situações envolvendo a escola ou faculdade/universidade, o local de trabalho, os vizinhos e até mesmo países. Qualquer que seja a situação, a estrutura de poder é tipicamente evidente entre o agressor (bully) e a vítima. Para aqueles fora do relacionamento, parece que o poder do agressor depende somente da percepção da vítima, que parece estar a mais intimidada para oferecer alguma resistência. Todavia, a vítima geralmente tem motivos para temer o agressor, devido às ameaças ou concretizações de violência física/sexual, ou perda dos meios de subsistência. Os atos de bullying configuram atos ilícitos, não porque não estão autorizados pelo nosso ordenamento jurídico mas por desrespeitarem princípios constitucionais (ex: dignidade da pessoa humana) e o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. A responsabilidade pela prática de atos de bullying pode se enquadrar também no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de bullying que ocorram nesse contexto.

Características dos bullies

http://blogpediatriaradical.files.wordpress.com/2009/05/bullyingdm2810_468x720.jpg

Pesquisas indicam que adolescentes agressores têm personalidades autoritárias, combinadas com uma forte necessidade de controlar ou dominar. Também tem sido sugerido que um deficiente em habilidades sociais e um ponto de vista preconceituoso sobre subordinados podem ser fatores de risco em particular. Estudos adicionais têm mostrado que enquanto inveja e ressentimento podem ser motivos para a prática do bullying, ao contrário da crença popular, há pouca evidência que sugira que os bullies sofram de qualquer déficit de auto-estima. Outros pesquisadores também identificaram a rapidez em se enraivecer e usar a força, em acréscimo a comportamentos agressivos, o ato de encarar as ações de outros como hostis, a preocupação com a auto-imagem e o empenho em ações obsessivas ou rígidas. É freqüentemente sugerido que os comportamentos agressivos têm sua origem na infância:

"Se o comportamento agressivo não é desafiado na infância, há o risco de que ele se torne habitual. Realmente, há evidência documental que indica que a prática do bullying durante a infância põe a criança em risco de comportamento criminoso e violência doméstica na idade adulta."

O bullying não envolve necessariamente criminalidade ou violência. Por exemplo, o bullying frequentemente funciona através de abuso psicológico ou verbal.

 

Tipos de bullying

Os bullies usam principalmente uma combinação de intimidação e humilhação para atormentar os outros. Abaixo, alguns exemplos das técnicas de bullying:

  • Insultar a vítima; acusar sistematicamente a vítima de não servir para nada.
  • Ataques físicos repetidos contra uma pessoa, seja contra o corpo dela ou propriedade.
  • Interferir com a propriedade pessoal de uma pessoa, livros ou material escolar, roupas, etc, danificando-os
  • Espalhar rumores negativos sobre a vítima.
  • Depreciar a vítima sem qualquer motivo.
  • Fazer com que a vítima faça o que ela não quer, ameaçando a vítima para seguir as ordens.
  • Colocar a vítima em situação problemática com alguém (geralmente, uma autoridade), ou conseguir uma ação disciplinar contra a vítima, por algo que ela não cometeu ou que foi exagerado pelo bully.
  • Fazer comentários depreciativos sobre a família de uma pessoa (particularmente a mãe), sobre o local de moradia de alguém, aparência pessoal, orientação sexual, religião, etnia, nível de renda, nacionalidade ou qualquer outra inferioridade depreendida da qual o bully tenha tomado ciência.
  • Isolamento social da vítima.
  • Usar as tecnologias de informação para praticar o cyberbullying (criar páginas falsas sobre a vítima em sites de relacionamento, de publicação de fotos etc).
  • Chantagem.
  • Expressões ameaçadoras.
  • Grafitagem depreciativa.
  • Usar de sarcasmo evidente para se passar por amigo (para alguém de fora) enquanto assegura o controle e a posição em relação à vítima (isto ocorre com freqüência logo após o bully avaliar que a pessoa é uma "vítima perfeita").

Locais de bullying

O bullying pode acontecer em qualquer contexto no qual seres humanos interajam, tais como escolas, universidades, famílias, entre vizinhos e em locais de trabalho.

Escolas

http://diganaoaerotizacaoinfantil.files.wordpress.com/2009/04/bullies.jpg

Em escolas, o bullying geralmente ocorre em áreas com supervisão adulta mínima ou inexistente. Ele pode acontecer em praticamente qualquer parte, dentro ou fora do prédio da escola. Um caso extremo de bullying no pátio da escola foi o de um aluno do oitavo ano chamado Curtis Taylor, numa escola secundária em Iowa, Estados Unidos, que foi vítima de bullying contínuo por três anos, o que incluía alcunhas jocosas, ser espancado num vestiário, ter a camisa suja com leite achocolatado e os pertences vandalizados. Tudo isso acabou por o levar ao suicídio em 21 de Março de 1993. Alguns especialistas em "bullies" denominaram essa reação extrema de "bullycídio". Os que sofrem o bullying acabam desenvolvendo problemas psíquicos muitas vezes irreversíveis, que podem até levar a atitudes extremas como a que ocorreu com Jeremy Wade Delle. Jeremy se matou em 8 de janeiro de 1991, aos 15 anos de idade, numa escola na cidade de Dallas, Texas, EUA, dentro da sala de aula e em frente de 30 colegas e da professora de inglês, como forma de protesto pelos atos de perseguição que sofria constantemente. Esta história inspirou uma música (Jeremy) interpretada por Eddie Vedder, vocalista da banda estadunidense Pearl Jam. Nos anos 1990, os Estados Unidos viveram uma epidemia de tiroteios em escolas (dos quais o mais notório foi o massacre de Columbine). Muitas das crianças por trás destes tiroteios afirmavam serem vítimas de bullies e que somente haviam recorrido à violência depois que a administração da escola havia falhado repetidamente em intervir. Em muitos destes casos, as vítimas dos atiradores processaram tanto as famílias dos atiradores quanto as escolas. Como resultado destas tendências, escolas em muitos países passaram a desencorajar fortemente a prática do bullying, com programas projetados para promover a cooperação entre os estudantes, bem como o treinamento de alunos como moderadores para intervir na resolução de disputas, configurando uma forma de suporte por parte dos pares. Dado que a cobertura da mídia tem exposto o quão disseminada é a práctica do bullying, os júris estão agora mais inclinados do que nunca a simpatizar com as vítimas. Em anos recentes, muitas vítimas têm movido ações judiciais diretamente contra os agressores por "imposição intencional de sofrimento emocional", e incluindo suas escolas como acusadas, sob o princípio da responsabilidade conjunta. Vítimas norte-americanas e suas famílias têm outros recursos legais, tais como processar uma escola ou professor por falta de supervisão adequada, violação dos direitos civis, discriminação racial ou de gênero ou assédio moral. O bullying nas escolas (ou em outras instituições superiores de ensino) pode também assumir, por exemplo, a forma de avaliações abaixo da média, não retorno das tarefas escolares, segregação de estudantes competentes por professores incompetentes ou não-atuantes, para proteger a reputação de uma instituição de ensino. Isto é feito para que seus programas e códigos internos de conduta nunca sejam questionados, e que os pais (que geralmente pagam as taxas), sejam levados a acreditar que seus filhos são incapazes de lidar com o curso. Tipicamente, estas atitudes servem para criar a política não-escrita de "se você é estúpido, não merece ter respostas; se você não é bom, nós não te queremos aqui". Freqüentemente, tais instituições (geralmente em países asiáticos) operam um programa de franquia com instituições estrangeiras (quase sempre ocidentais), com uma cláusula de que os parceiros estrangeiros não opinam quanto a avaliação local ou códigos de conduta do pessoal no local contratante. Isto serve para criar uma classe de tolos educados, pessoas com títulos acadêmicos que não aprenderam a adaptar-se a situações e a criar soluções fazendo as perguntas certas e resolvendo problemas.


Alcunhas ou apelidos (dar nomes)

Normalmente, uma alcunha (apelido) é dada a alguém por um amigo, devido a uma característica única dele. Em alguns casos, a concessão é feita por uma característica que a vítima não quer que seja chamada, tal como uma verruga ou forma obscura em alguma parte do corpo. Em casos extremos, professores podem ajudar a popularizá-la, mas isto é geralmente percebido como inofensivo ou o golpe é sutil demais para ser reconhecido. Há uma discussão sobre se é pior que a vítima conheça ou não o nome pelo qual é chamada. Todavia, uma alcunha pode por vezes tornar-se tão embaraçosa que a vítima terá de se mudar (de escola, de residência ou de ambos).

 

Quais são as conseqüências do bullying?

- Quando não há uma atitude de prevenção e combate ao bullying, o ambiente escolar torna-se totalmente contaminado. Todos os alunos são afetados negativamente, inclusive as testemunhas, causando ansiedade e medo. Alguns alunos até se tornam autores de bullying, quando percebem que este comportamento agressivo não está trazendo nenhuma conseqüência para quem o pratica.
- Quem pratica bullying poderá levar para a vida adulta o comportamento agressivo, reproduzindo as atitudes anti-sociais sobre a família (violência doméstica) ou no ambiente de trabalho. As medidas adotadas pela escola para o controle do bullying, se bem aplicadas e envolvendo toda a comunidade escolar, contribuirão positivamente para a formação de uma cultura de não-violência na sociedade.
- A criança ou adolescente que é alvo de bullying, dependendo de suas características individuais e sua relação com o meio social, em especial a família, poderá não superar o trauma sofrido na escola. Poderá crescer com sentimentos negativos, especialmente com baixa auto-estima, tornando-se um adulto com sérios problemas de relacionamento. Poderá assumir, também, um comportamento agressivo, ou tender à depressão. No trabalho, poderá sofrer ou praticar o bullying.

Como combater o bullying?

http://blogs.opovo.com.br/educacao/files/2010/01/bullying.jpg

A repetição de casos em que as crianças são vítimas de perseguições e maus tratos por colegas de escola levou a Confap a propor a responsabilização dos pais. E VOCÊ, o QUE ACHA?

A Confederação Nacional das Associações de Pais propõe que os pais dos alunos que praticam repetidamente acções violentas nas escolas passem a ser responsabilizados por esses actos. Concorda? Dê a sua opinião no final desta página

Se conhece algum caso de bullying que queira contar, envie-nos a história

 

 

http://www.elisabethsalgadoencontrandovoce.com/figuras/bullying_conjunto.jpg

 

Para se afastar do bullying precisa-se de muito empenho:

-tem que se afastar dos agressores;
-procurar ajuda nos mais velhos;
-não temer as ameaças.

Tem de sempre ter na cabeça de que se não praticar bulllying também não o praticarão em si.

http://1.bp.blogspot.com/_re629LNt2mk/SO-aIvh9sKI/AAAAAAAAB-Q/3DjUZrNJCpM/s400/No_to_Bullying3.jpg

publicado por Rickymcdread às 00:58
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