Quinta-feira, 25 de Março de 2010

Em cuecas no metro de Lisboa!!!

Este ano aconteceu um iniciativa que nunca cheguei a partilhar com vocês. Vejam aqui a cena insólita no metro de Lisboa...

 

'Dia sem Calças'

Em cuecas no metro para quebrar as regras

<input ... >11 Janeiro 2010<input ... >

Em cuecas  no metro para quebrar as regras

Mais de cem pessoas participaram ontem na iniciativa. Sociólogos explicam adesão com desejo de rebeldia.

"Estão todos a tirar a roupa. Estão malucos. É isto que é a República?" Ana Carolina, que se preparava para tirar as calças, teve o azar de ficar ao lado da única pessoa que ontem, no metro de Lisboa, pareceu ficar incomodada com o "Dia sem Calças!". Uma iniciativa que juntou mais de cem pessoas para uma viagem em que o objectivo era tirar as calças para fazer sorrir os lisboetas. E que se repetiu em 35 cidades por todo o mundo. Os sociólogos explicam a adesão a este tipo de iniciativas, cada vez mais comuns, pela vontade de participar em qualquer coisa diferente, que quebre as regras.

"São interrupções programadas da normalidade. Como o Carnaval. É uma quebra relativa das regras, sem consequências", diz o sociólogo Pedro Vasconcelos. E essa possibilidade sempre atraiu e mobilizou pessoas, sobretudo os mais jovens, explica. Serve também para as pessoas construírem a sua identidade, porque aliado ao lado lúdico e performativo da iniciativa "há essa quebra das regras que faz as pessoas sentirem-se únicas e especiais", conclui.

Para o sociólogo José Barreiros, "estes encontros fugazes" são também uma tentativa de recuperar formas de estar em grupo e marcar presença no espaço público, uma vez que as formas de organização mais tradicionais - como os partidos políticos e as associações - perderam capacidade de atrair os jovens. Mas não são fenómenos fáceis de "ler e explicar", admite. Essencial é o papel da internet para juntar conhecidos e desconhecidos para fazer estas acções, lembram. Quer aquelas que não ambicionam mais do que um sorriso, quer as que têm uma reivindicação por trás. "Os professores organizaram algumas acções assim", lembra Pedro Vasconcelos.

Ana Carolina, de 16 anos, encaixa no perfil: participou para se "divertir e quebrar um pouco as regras". Confessa que ficou intimidada com as frases da companheira de banco, sobretudo sabendo que ia tirar as calças duas estações depois. E nessa altura viu a mulher levantar-se e fazer o resto da viagem em pé.

A maior parte das pessoas vestidas, no entanto, respondia ao atrevimento com sorrisos envergonhados. Outros, mesmo quando eram a minoria numa carruagem cheia de pessoas sem calças, pareciam não reparar. E foram poucos os que os abordaram.

Lucília e Adriano, com 64 e 75 anos, acompanharam o grupo desde o início, mas como observadores. "Lemos no jornal e achámos graça. É uma brincadeira para as pessoas se rirem e nós precisamos de rir".

 

Passageiros de cuecas no Metro



Os passageiros do metropolitano de Lisboa foram surpreendidos por 40 pessoas impávidas que despiram as calças no passado sábado, dia dez de Janeiro. A viagem em cuecas começou por volta das 16 horas na gare do Campo Grande e prolongou-se até à Baixa-Chiado, em dois comboios.

Diz o “agente Somos”, da ImprovLisboa, que se despiram as calças “para provocar sorrisos e reclamar o espaço público”. Desta vez foi ele o agente que organizou a iniciativa e encaminhou quem apareceu no ponto de encontro, junto à estação de metro de Telheiras, para a Linha Verde. “Dispam as calças e saiam”, explicou ao grupo.

Aparentemente sem saberem da existência uns dos outros, cada um dos agentes convocados para esta missão despiu as calças. Como se fosse um dia de Verão muito quente e não uma tarde de temperaturas baixas dignas de recordes, assim ficaram, de cuecas, a ler, a falar ao telemóvel ou a ouvir música. “Se perguntarem, digam que estavam com calor ou que não estavam confortáveis” apelou o “agente Somos” no briefing da missão.

Os restantes passageiros, surpreendidos, sorriam e comentavam. Havia quem mudasse de lugar para “ver melhor”, como justificou um passageiro, e quem gritasse elogios ou insultos. Desde “belo rabo!” a “deviam levar um enxerto de porrada”, os 40 agentes sem calças ouviram de tudo e mantiveram-se concentrados na sua missão: não desmanchar a personagem, não rir.

Algumas pessoas conjecturavam justificações para o que acontecia, desde uma campanha publicitária a uma partida para os apanhados. Em entrevista à N, o “agente Somos” comenta que são estas as reacções que espera que façam as pessoas pensar, ”porque o espaço público lhes pertence e não aos publicitários e serve para o que quiserem”.

Para os participantes, a iniciativa foi “espontânea e divertida” mas, acima de tudo “inofensiva”. Como explica o blog do colectivo, a roupa interior não mostrava “mais que um fato de banho” porque “não se incomoda as pessoas com nudez alheia”.

A iniciativa foi organizada pela primeira vez no metropolitano de Nova Iorque, em 2002, pela ImprovEverywhere e aconteceu no mesmo dia em mais de 20 cidades. A ImprovLisboa é “um grupo que causa situações de caos e alegria no dia cinzento dos habitantes de Lisboa” e já organizou outras iniciativas, como a luta de almofadas na Alameda Afonso Henriques e uma sessão de compras em câmara lenta numa loja da cidade.

 

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e assim foi em Nova York !


No resto do mundo
Merda do diaMerda do diaMerda do diaMerda do diaMerda do diaMerda do diaMerda do diaMerda do diaMerda do dia
Lisboa, dois graus centígrados, muitos a tremer de frio. Mas na cabeça de 30 e tal jovens ocorre a ideia de despir as calças e andar de metro em cuecas.

Era um convite aberto para todos e com regras bem simples..

Era às 15:00, do Domingo 10 de Janeiro.
REQUISITOS DE PARTICIPAÇÃO:
1) Disposição para tirar as calças no metro
2) Capacidade de o fazer sem perder a compostura nem quebrar a personagem

**APAREÇAM SÓ SE TIVEREM INTENÇÃO DE IR SEM CALÇAS**


DETALHES

Quando: Domingo, 10 de Janeiro, às 15:00 em ponto. (acabará pelas 17:00.)
Onde: Praça de Alvalade, do lado oposto ao McDonald's (Santander, Kodak Colorfoto)
Trazer: Um bilhete/passe de Metro; Uma mala, mochila ou saco
Não trazer: Máquinas fotográficas
Vestir: Roupas normais, de Inverno — e calças, claro!
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publicado por Rickymcdread às 00:52
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