Domingo, 20 de Junho de 2010

Noticias que marcam a actualidade, a morte de José Saramago, Britney Spears acusada de assédio sexual, filha de Madonna quer sair de casa e muito mais!!!

Noticias que marcam a actualidade...

 

Morreu José Saramago: “Desaparece um enorme escritor universal”

O escritor português e Prémio Nobel da Literatura em 1998 José Saramago morreu hoje aos 87 anos em Lanzarote.
Saramago no lançamento de "A viagem do elefante", em 2008, no Brasil Saramago no lançamento de "A viagem do elefante", em 2008, no Brasil (Mauricio Lima/AFP)

 

O autor português encontrava-se doente em estado "estacionário", mas a situação agravou-se, explicou ao PÚBLICO o seu editor, Zeferino Coelho. O corpo do escritor será cremado e as cinzas ficarão em Portugal, como indicou ao PÚBLICO o administrador da Fundação José Saramago.

A Fundação José Saramago confirmou em comunicado que o escritor morreu às 12h30 na sua residência de Lanzarote "em consequência de uma múltipla falha orgânica, após uma prolongada doença. O escritor morreu estando acompanhado pela sua família, despedindo-se de uma forma serena e tranquila".

“Desaparece um enorme escritor universal”

A notícia da morte de José Saramago apanhou Eduardo Lorenço e Carlos Reis em Cáceres, Espanha, onde se tinham deslocado para uma reunião do júri que atribuiu o prémio de criação da Junta de Estremadura a Eugenio Trías. “A notícia da morte chega nos momentos e nos lugares mais estranhos, mesmo que ela seja uma morte não propriamente anunciada, mas já esperada”, diz o ensaísta Carlos Reis, que conta que estava “à porta de um hotel, em Cáceres”, comentando com Lourenço “o frágil estado de saúde de José Saramago”, quando “de repente, uma chamada telefónica (malditos telemóveis!)” lhe trouxe a notícia da morte do Nobel da Literatura.

“Com José Saramago”, diz Carlos Reis, desaparece não apenas um grande escritor português, mas sobretudo um enorme escritor universal”. No entanto, acrescenta, “fica connosco um universo: esse que Saramago criou, feito de uma visão subversiva da História e dos seus protagonistas, dos mitos estabelecidos e das imagens estereotipadas”.

Ainda que a sua obra “tenha a dimensão plurifacetada e sempre em renovação que é própria dos grandes escritores”, Carlos Reis arrisca “evocar, neste momento de comovida homenagem, alguns dos seus componentes mais fortes e expressivos”. Lembra que “o romancista que em 1980 publicava ‘Levantado do Chão’ – uma espécie de romance de iniciação que confirmava a aprendizagem representada em Manual de Pintura e Caligrafia – pagava uma espécie de tributo literário ao extinto neo-realismo, com o qual mantinha fortes laços de solidariedade ideológica e política”. Mas acrescenta que “logo depois, e na sequência do admirável ‘Memorial do Convento’, Saramago escreve e publica, entre outros ‘O Ano da Morte de Ricardo Reis’ (1984), ‘A Jangada de Pedra’ (1986) e ‘História do Cerco de Lisboa’ (1989)”. Isto, diz Carlos Reis, “significa que ‘Memorial do Convento’ não era um caso isolado, no que à inscrição da História na ficção diz respeito, e significa também que a tematização da História desencadeava inevitavelmente um jogo de variações e de modulações temáticas”.

Entre “os grandes temas que a ficção saramaguiana nos legou”, Reis assinala “a reflexão sobre Portugal e o seu destino (mau destino, para Saramago) de integração europeia, a problematização de mitos portugueses (o de Fernando Pessoa, por exemplo) em articulação com um tempo histórico tão bem identificado como o dos inícios do salazarismo, a revisão crítica e provocatória do Cristianismo, ou a reflexão em clave ficcional sobre as origens históricas e políticas de Portugal, de novo em incipiente “diálogo” com a Europa”.

Após os anos 80, “a mais fecunda década da escrita literária de Saramago, abre-se”, diz Reis, “um tempo de tematização de sentidos, de valores e de temas com um alcance universal”. E “é então, sobretudo, que o registo da alegoria entra decididamente na escrita literária de Saramago; e é por isso que romances como ‘Ensaio sobre a Cegueira’ ou ‘Todos os Nomes’ são e serão lidos como grandes romances da literatura universal”, afirma o ensaísta e professor universitário.

“Diz-se que José Saramago era um escritor polémico. É verdade. São polémicos os escritores que, com desassombro e com arrojada visão do futuro, interpelam os homens e os poderes do seu tempo”, diz ainda Reis, para concluir: “E é justamente quando o fazem, em conjugação com o impulso inovador que às suas obras incutem, que dizemos deles que são grandes escritores”. E Carlos Reis, que acabou há dias de escrever um prefácio para uma edição especial de “O Memorial do Convento”, ilustrada por João Abel Manta – o livro deverá ser lançado em Setembro pela editora Modo de Ler, não hesita em afirmar que “Saramago foi e será um grande escritor”.

O último crente

Para Eduardo Lourenço, Saramago foi, na sua história pessoal e de escritor, “o que de mais próximo tivemos da Gata Borralheira, uma gata borralheira rústica, que nasceu num berço pobre e chegou àquele trono de Estocolmo”. O prémio Nobel, diz, “foi importante para ele, mais foi-o também para o país, por ter sido o primeiro Nobel da Literatura português e porque as probabilidades de que venhamos a ter outro não são muitas”. No futuro, prevê, “a geração dele, que é também a minha, será a geração do Nobel”.
Recordando que o escritor não tinha muito apreço “pelo patético” e que “não gostaria de grandes efusões a título póstumo”, Lourenço considera que o que o romancista trouxe para a literatura foi uma “visão do mundo segundo José Saramago, uma espécie de evangelho segundo Saramago”.

Algo que o ensaísta define como “um diálogo profundo, ambíguo, extraordinário, entre a visão evangélica propriamente dita, na qual foi criado, e uma transformação dessa mensagem, da qual Saramago acreditava ter conservado a essência”. Embora a sua obra “parecesse uma coisa blasfema, ele foi de certo modo o último crente numa civilização que já não crê em nada”. É esse, diz, “o paradoxo da sua vida”.

Saramago, afirma, “imaginou uma arquitectura romanesca que é uma espécie de inversão de signo da tradição mais canónica das nossas letras, construiu um mundo ao revés, que era, para ele, o mundo às direitas, reviu a história de Portugal e da Península – a história dos árabes que poderíamos ter sido –, e reviu a história da modernidade numa espécie de apocalipse”.

Para Lourenço, a obra de Saramago “é incompreensível” se não se tiver em conta “a exposição” do autor”, enquanto “jovem autodidacta”, à Bíblia, que o escritor depois “transformou numa epopeia fantástica”.

Sublinhando que Sramago “não foi um neo-realista canónico”, Lourenço nota que a sua obra “acabou por dar ao neo-realismo uma espécie de glória fantástica”. O ensaísta lembra ainda que o escritor “partilhou a utopia” dos neo-realistas e que viveu o suficiente para “ver o seu fim, em termos históricos”. Mas assinala que este “não se resignou” e que o novo mundo, “embora triunfante, não o convenceu”. Daí que, argumenta, “lhe tenha oposto, numa espécie de vingança, um mundo às avessas”.
A título pessoal, Lourenço diz que, “um pouco paradoxalmente”, gosta em particular de “Todos os Nomes”, um “livro triste”, que considera “um dos grandes romances de amor da literatura portuguesa”.

Uma vida literária

Saramago nasceu na aldeia de Azinhaga, na Golegã, a 16 de Novembro de 1922, e apesar da mudança com a família para Lisboa, com apenas dois anos, o local de nascimento seria uma marca constante ao longo da sua vida, como referiria na Academia Sueca em 1998, aos 76 anos, quando da sua distinção com o Nobel da Literatura. A austeridade material da sua infância, contraposta a uma riqueza humana que o marcaria indelevelmente, seria um dos pontos fulcrais do discurso, onde destacou longamente a avó Josefa e o avô Jerónimo, "capaz de pôr o universo em movimento com apenas duas palavras." Na biografia "José Saramago", editada em Janeiro deste ano, o autor João Marques Lopes escreve que "sobre todos [os familiares mais próximos], Saramago deixaria algo escrito."

Estudante no Liceu Gil Vicente, que é obrigado a abandonar por dificuldades económicas, matriculando-se na Escola Industrial Afonso Domingues, termina em 1939 os estudos de Serralharia Mecânica. Como primeiro emprego, trabalha nas oficinas do Hospital Civil de Lisboa. A paixão pela literatura é alimentada de forma autodidacta, nas noites passadas na Biblioteca do Palácio das Galveias. Nos anos seguintes, transitará para os serviços administrativos do Hospital Civil, antes de se ligar profissionalmente à Caixa de Abono de Família do Pessoal da Indústria da Cerâmica.

Em 1944, casa com a gravadora e pintora Ilda Reis. A filha única do casal, Violante Saramago Matos, nasceria em 1947, o mesmo em que publica a sua primeira obra, “Terras do Pecado”. O título original, “Viúva”, foi alterado por imposição do editor da Minerva. Saramago desvaloriza o livro, que nunca incluiu na sua bibliografia. Uma das razões apontadas pelo seu autor para a exclusão foi, precisamente, a alteração forçada do título. “Clarabóia”, que seria o sucessor de “Terras do Pecado”, foi recusado pelo seu editor e permanece inédito até hoje.

A partir de 1955, Saramago começa a desenvolver trabalho de tradutor, dedicando-se a nomes como Hegel ou Tolstoi. O regresso à edição dar-se-ia mais de uma década depois. Em 1966, altura em que ocupava o cargo de editor literário na Editorial Estúdio Cor, lança o livro de poesia “Poemas Possíveis”. Então um autor discreto no panorama literário nacional, continuaria a exprimir-se em poema nas obras seguintes, “Provavelmente Alegria” (1970) e “O Ano de 1993” (1975).

Crítico literário na “Seara Nova” a partir de 1968, torna-se no ano seguinte membro do Partido Comunista Português, do qual será, até à morte, um dos mais distintos militantes. A partir do final de década de 1960 desenvolve trabalho intenso na imprensa, principalmente enquanto cronista, no "Diário de Notícias" ou "Diário de Lisboa", n’"A Capital", no "Jornal do Fundão" ou na revista "Arquitectura".

Em 1975, em pleno PREC, torna-se director-adjunto do "Diário de Notícias". Esta função representaria o auge do seu percurso jornalístico e, paradoxalmente, seria fundamental para o seu regresso à literatura e ao romance, o género em que se notabilizaria definitivamente. A sua direcção-adjunta seria marcada pelo polémico saneamento de jornalistas que se opunham à linha ideológica do jornal. Demitido no 25 de Novembro, acusado de aproveitar a sua posição para impor no diário os desejos políticos do PCP, toma uma decisão que transformaria a sua vida. Não mais se empregaria. A partir de então, seria um escritor a tempo inteiro.

“Manual de Pintura e Caligrafia”, três décadas depois de “Terras do Pecado”, foi a primeira obra de José Saramago após se dedicar em exclusivo à escrita. Com os livros seguintes, “Levantado do Chão” (1980), “Memorial do Convento” (1982) e "O Ano da Morte de Ricardo Reis", torna-se escritor respeitado pela crítica e conhecido pelo público. É neles que define o seu estilo enquanto romancista, marcado pelas longas frases, pela ausência de travessões indicativos de discurso e pela utilização inventiva da pontuação. Nos seus livros, personagens fictícias surgem em convívio com personalidades históricas, como no supracitado “Memorial do Convento” ou em “História do Cerco de Lisboa” (1989), e são criados cenários irreais para questionar e problematizar a actualidade, como em “A Jangada de Pedra” – em que a Península Ibérica se separa do continente europeu, errando pelo Atlântico.

Quando, em 1991, lançou para as livrarias o seu Cristo humanizado de “O Evangelho Segundo Jesus Cristo”, Saramago esperaria certamente a contestação dos sectores católicos da sociedade portuguesa. Não esperaria o aconteceu para além disso. O veto oficial do romance ao Prémio Literário Europeu, pela voz do então Sub-secretário de Estado da Cultura Sousa Lara, do governo liderado por Cavaco Silva, precipitou a sua saída de Portugal. Em 1993, auto-exilou-se na ilha de Lanzarote, nas Canárias, com Pilar del Rio, a jornalista espanhola com quem casara em 1988.

As primeiras obras em Lanzarote seriam “Ensaio Sobre a Cegueira” (1995), ficção apocalíptica que o realizador Fernando Meirelles adaptaria ao cinema treze anos depois, e “Todos os Nomes” (1997). Um ano depois, seria alvo da maior distinção da sua carreira. A 9 de Outubro de 1998, José Saramago foi anunciado vencedor do Prémio Nobel da Literatura, o primeiro atribuído a um escritor português. Seria o impulso decisivo para a sua ascensão a figura literária global e o premiar de uma obra que se dedicou a explorar e questionar a natureza humana de diversos ângulos e em diversos cenários. Em 2002, em entrevista ao diário britânico Guardian, confessava, "provavelmente sou um ensaísta que, como não sabe escrever ensaios, escreve romances." Não só, para além dos romances e da poesia, deixa obra enquanto dramaturgo, assinando as peças teatrais "Que Farei Com Este Livro" ou "In Nomine Dei".

Saramago, que o influente crítico literário norte-americano Harold Bloom considerava o mais talentoso romancista vivo, manteria nos anos seguintes uma cadência editorial regular. “A Caverna” (2000), “O Homem Duplicado” (2002), “As Intermitências da Morte” (2005) e “A Viagem do Elefante” (2008) foram lançados enquanto o escritor se assumia também enquanto voz interventiva, muitas vezes polémica, no espaço mediático mundial. Converteu-se inclusivamente à blogosfera em 2008, aos 86 anos (blog.josesaramago.org), de onde lançou por exemplo repetidos ataques a Silvio Berlusconi, o primeiro-ministro italiano que classificou de "vírus". Nada de novo num homem que apreciava a discussão, que erguia alto a voz na defesa das suas ideias. Anos antes do episódio Berlusconi, denunciara aquela que considerava ser a política criminosa do Estado Israelita relativamente à Palestina, acusando Israel de “não ter aprendido nada com o Holocausto”, classificara a globalização como “o novo totalitarismo” e surpreendera os camaradas de partido ao não alinhar no apoio aos dirigentes cubanos que condenaram à morte três responsáveis pelo desvio de um "ferry". Em Portugal, o iberista convicto polemizou ao declarar que Portugal e Espanha estariam destinados a fundir-se num único país.

“Caim” (2009), o seu último romance, acompanhado das declarações feitas aquando do seu lançamento, em que classificou a Bíblia como “um manual de maus costumes”, foi a derradeira polémica (e provocação) de Saramago.

 

 

Um ex-guarda-costas demitiu-se do cargo e moveu uma acção judicial pela intensa pressão sexual alegadamente exercida pela cantora
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Britney Spears acusada de assédio sexual
10-06-2010

Britney Spears foi acusada de assédio sexual contra um ex-guarda-costas. Fernando Flores, de 29 anos, um antigo agente da polícia, saiu a público para dizer que a ‘princesa do pop’, de 28, não só se despia à frente dele, até ficar completamente nua, como o convidou várias vezes para ir para o quarto com ela.

O assédio terá sido tal que Flores decidiu demitir-se do cargo e mover uma acção judicial contra a cantora americana. Segundo uma fonte próxima do guarda-costas, Fernando ter-se-á sentido bastante pressionado, já que alegadamente Britney ameçou despedi-lo caso ele continuasse a recusar fazer sexo com ela. Como Flores não quis, achou por bem levar o assunto a tribunal.

De acordo com os autos do processo, a que a imprensa americana terá tido acesso, Flores afirmou que é extremamente difícil trabalhar com a cantora, alegando que ela é uma pessoa totalmente descontrolada no plano emocional. Fernando explicou ao delegado do Ministério Público que Britney costuma andar nua pela casa e que passa a vida aos gritos com os empregados. O guarda-costas declarou que a cantora tinha uma atracção doentia por ele, já que Flores, garantiu o próprio, sempre foi um profissional competente e isso fez com que a relação com Britney se tornasse insustentável, acabando com o pedido de demissão e um processo na Justiça.

Da parte da cantora ou dos seus representantes, não houve até ao momento qualquer comentário em relação ao assunto.

 

 

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La Féria perde estrelas
20-06-2010

Estava tudo preparado para a estreia do musical ‘Fado, História de um Povo', a nova aposta de Filipe La Féria para o Casino Estoril. Todavia, à última hora, o elenco sofreu baixas de peso.

 

 

 

FADO, História de um povo de Filipe La Féria

 

Estamos a organizar vários passeios para ver o espectáculo FADO, de Filipe La Féria (Salão Preto e Prata, Casino Estoril).

Os ensaios já estão a decorrer a bom ritmo e a estreia será dentro em breve.

Podemos adiantar que serão nas seguintes datas:

4 de Julho

18 de Julho, domingo

5 Setembro, domingo

Os lugares serão bastante bons, o que nos assegura que todos os participantes do passeio irão ver , muito bem, o espectáculo.

Vai ter apontamentos de novo circo pelo que estamos bastante curiosos :-))

 

As inscrições para o passeio vão abrir muito em breve. omo sabem a afluência é muito grande e por isso temos de ter as confirmações com 3/4 semanas de antecedência. Não podemos ter bilhetes reservados (neste momento já temos todos os bilhetes para todos os passeios reservados) e depois cancelar.

 

Deixamos aqui a história do espectáculo, para que se vão preparando para o passeio :-)

 

"FADO – HISTÓRIA DE UM POVO” é um espectáculo de Filipe La Féria que revisita a História do Fado e do nosso País desde as suas origens ao nosso tempo, procurando captar, no canto antiquíssimo e nas lendas do Fado a alma portuguesa e a sua estranha forma de viver, sentir e cantar o enigma do seu destino.


Filipe La Féria construiu um espectáculo como um sonho que reencontra, numa atmosfera mágica, feérica e surpreendente, os maiores mitos do Fado desde a sua aparição nas margens do Tejo até à consagração da canção do mar e da noite que identifica, em qualquer lugar do mundo, o som e a alma do ser português.

 



“FADO – HISTÓRIA DE UM POVO” conta com a participação de grandes nomes do espectáculo nacional como Alexandra, a genial intérprete de Amália Rodrigues no musical “Amália” de La Féria, Anabela, Gonçalo Salgueiro ao lado dos mais significativos intérpretes do Novo Fado, além de actores, bailarinos, acrobatas e músicos. "Produções FLF

 

 

Loja de CR7 em Vilamoura, no Algarve, gerida pela irmã Katia Aveiro, tem sido visitada por inúmeros turistas portugueses e estrangeiros
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Roupa de Ronaldo faz sucesso
20-06-2010

A curiosidade e a vontade de ter uma peça de roupa da marca de Cristiano Ronaldo estão a levar diariamente centenas de turistas estrangeiros e portugueses à nova loja do craque, em Vilamoura. Katia Aveiro, a irmã do futebolista CR7, diz não ter ideia de quantos clientes já passaram pelo novo espaço desde a sua abertura, e garante que "o balanço é positivo".

A loja abriu há quase duas semanas e já é um sucesso de vendas. "O negócio está a correr muito bem. Escolhi um bom sítio para vender a marca que é apreciada por gente de todo o lado, de turistas estrangeiros a portugueses."

As crianças, diz Katia ao CM, querem levar sempre uma peça da marca de Ronaldo porque "ele é considerado um exemplo para os miúdos e os pais fazem a vontade e compram-lhes uma peça de roupa".

Bonés, t-shirts e os terços são os mais procurados. No dia em que o CM visitou a loja, a poucos metros do Bar 7, de Luís Figo, não havia espaço para tanta gente.

MAIS DE 300 MIL AMIGOS NA NET

Cristiano Ronaldo, que aderiu recentemente ao Facebook, viu a sua conta somar mais 300 mil amigos em apenas dois dias. O craque supera já os 4,7 milhões.

PORMENORES

LOJA ON-LINE

Para que os milhares de fãs de todo o Mundo possam ter acesso às peças da marca do jogador foi criada uma loja CR7 na internet.

RONALDOMANIA

A Tele 5, de Espanha, filmou Ronaldo e Beto numa disputa de bola. CR7 não domina um passe em balão do guarda-redes, convida-o a fazer o mesmo e quando este falha dá uma gargalhada.

CAPA DE REVISTA

Desde que chegou à África do Sul para disputar o Campeonato Mundial, Cristiano Ronaldo já foi capa de revistas um pouco por todo o Mundo.

 

 

Aos 28 anos, a actriz diz estar sozinha, depois do namoro com Angélico
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Rita Pereira: "O Miguel não é especial"
19-06-2010

Rita Pereira nega qualquer envolvimento amoroso com o empresário Miguel Mouzinho, deixando bem claro que continua "solteiríssima". Agora, a actriz só pensa nas férias.

– Há algum tempo que se especula que está novamente apaixonada e o eleito é Miguel Mouzinho. Ainda na semana passada foi dito que ele é um amigo muito especial...

– Isso é o que sai na imprensa...

– Mas então o que é verdade? O MIguel Mouzinho é um amigo especial ou mais do que isso?

– Não, o Miguel não é especial. É apenas um amigo como os outros que eu tenho.

– Quer isso então dizer que nem sequer há uma amizade colorida entre vocês, como se costuma dizer?

– Não, é claro.

– Portanto, a Rita continua solteira e boa rapariga?

– Continuo solteiríssima.

– Passando da vida amorosa para a profissional, como vai a telenovela ‘Meu Amor’ (TVI)?

– Faltam apenas sete dias para terminarem as gravações (risos). Estou numa autêntica excitação, como se pode perceber. Os meus amigos até chegam a dizer que ando com um brilho muito especial nos olhos e com um sorriso de orelha a orelha nesta fase.

– Quer isso dizer que chegou finalmente a altura das férias?

– Sim. Vão ser dois meses e meio de férias. Depois, como toda a gente já sabe, vou para os Estados Unidos tirar um curso.

– Tem trabalhado de projecto em projecto. Há quanto tempo não tem férias?

– Sensivelmente há 11 meses.

– E já sabe onde irá passar esses dois meses e meio?

– Vou passar um tempo cá e outro no estrangeiro.

– Também vai aproveitar para estar mais tempo com a família, até porque vai para o estrangeiro durante algum tempo

– Claro que sim.

 


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Victoria disse o sim, entre lágrimas, a Daniel Westling
20-06-2010

Victoria, filha dos reis Carlos Gustavo e Sílvia da Suécia, deu ontem o sim, entre lágrimas, a Daniel Westling, na catedral de San Nicolás, Estocolmo.

No casamento da única mulher que será um dia rainha estiveram presentes 1500 convidados – entre eles representantes das casas reais de todo o Mundo.

Victoria deslumbrou com um vestido branco-pérola assinado por um estilista sueco e adornou o cabelo com a tiara que a mãe usou, a 19 de Julho de 1976, quando casou com Carlos Gustavo.

A cerimónia durou uma hora, terminou às 16h30, hora da Suécia, mas as celebrações prolongam-se por quatro dias e custam cerca de um milhão de euros.

A futura rainha, 32 anos, namorou oito anos com Daniel, de 37, empresário de uma rede de ginásios e seu treinador. Fica com o título de príncipe consorte quando Victoria subir ao trono.

 

 


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Andreia Mendonça: "Costumo ser assediada na rua"
19-06-2010

"Correu muito bem". É assim que Andreia Mendonça descreve a produção que fez para a Vidas. O único senão foi mesmo o frio, "mas tudo compensou". "A praia, o biquíni, a equipa, tudo ajudou", revela a manequim de 23 anos, que trabalha em moda desde os 15. "Estou habituada a fazer sessões fotográficas, por isso sinto-me muito à-vontade com o meu corpo", partilha, sublinhando que esta produção "não exigiu mais do que sensualidade".

Aliás, no seu dia-a-dia, a sensualidade também impera. "Costumo ser assediada na rua. Na maior parte das vezes assobiam-me, mas também falam comigo. Nos dias em que estou mais em baixo faz bem ao ego, sabe bem".

Preocupada com a imagem, Andreia revela o seu segredo para manter a forma: "Como bastantes vezes ao dia e de forma equilibrada e faço muito exercício físico".

PERFIL

Andreia Mendonça nasceu no dia 2 de Setembro de 1986. Aos 15 anos estreou-se no mundo da moda para concretizar o seu sonho de infância. "Sempre quis ser manequim, então fui à Central Models e gostaram de mim", revela. Apesar de "não ser alta" [tem 1,70 metros] conseguiu vingar. "Fiz bastantes sessões fotográficas." Aos 18 anos fez uma pausa na moda para se dedicar aos estudos. "Hoje sou enfermeira. É sempre bom conciliar a moda com uma profissão mais estável".

 

Pose de Andreia Mendonça Revista Vidas

 

 

 

 

Para os leitores da revista ‘Esquire’, a jovem modelo e actriz é a mulher do momento: arrecadou quase cinco milhões de votos, ou seja, 89 por cento
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Brooklyn Decker eleita a mais sexy
19-06-2010

Brooklyn Decker ganhou o título de mulher mais sexy do mundo depois de ter conquistado quase cinco milhões de votos dos leitores da revista masculina ‘Esquire'.

A jovem modelo e actriz americana, de 23 anos, que recentemente fez sensação no 'plateau' da comédia romântica ‘Just Go with It' (ao disputar atenções mediáticas com Jennifer Aniston durante a rodagem no Havai), bateu figuras como a supermodelo alemã Heidi Klum e a actriz Megan Fox ao arrecadar qualquer coisa como 89 por cento dos votos.

"Este está a ser um ano fantástico para mim. Fui capa de uma revista de desporto, entrei num filme e agora isto.", comentou a beldade loira.

 

Aos 13 anos, Lourdes Maria considera chegou o momento de procurar o seu próprio espaço sem estar sempre sob o olhar atento da mãe
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Filha de Madonna quer sair de casa
19-06-2010

Lourdes Maria, de 13 anos, vai alegadamente sair de casa por um período de pelo menos 12 meses. A filha de Madonna, que agora também é conhecida por Lola, terá explicado à mãe que chegou o momento de procurar o seu próprio espaço e passar pela experiência de viver sozinha.

De acordo com fontes próximas da família, a adolescente considera ser já madura o suficiente para não ter de estar sempre sob o olhar atento da ‘rainha da pop’, alegando que precisa também de criar asas.

“Lola tem sido uma rapariga obediente e pouco dada a criar problemas, mas como todos os adolescentes, está a começar a mostrar-se rebelde e, aparentemente, está farta de ser controlada pela mãe”, comentou uma fonte.

Há informações de que Lourdes Maria terá sido admitida numa escola especial do ensino secundário ligada à música e às artes, a LaGuardia High School of Music & Art and Performing Arts, em Nova Iorque, onde a jovem tenciona aprender o necessário para seguir os passos de Madonna como artista.

 

 

Presidente da República esteve ontem em São Miguel
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Férias: Cavaco nos Açores com família
20-06-2010

O Presidente da República, pôs em prática o apelo que fez aos portugueses - "Façam férias em Portugal" - e partiu com a família para os Açores. Cavaco Silva chegou quarta-feira à noite a Ponta Delgada.

Acompanhado da mulher, filhos, nora e netos, o Chefe de Estado aproveitou o bom tempo, que se regista em S. Miguel, para, ao longo do dia de ontem, apreciar as paisagens da maior ilha açoriana. E foi nas lagoas do Fogo e Furnas que decidiu almoçar o típico cozido das Furnas. Sem passar despercebido, Cavaco Silva, que regressa hoje a Lisboa, conviveu com os habitantes locais, com quem se foi cruzando.

Sobre a escolha para quatro dias de férias, Cavaco afirmou ser uma "falta imperdoável" que a sua família não conhecesse os Açores.

Açores com família (com fotogaleria)
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Presidente da República esteve ontem em São Miguel
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Férias: Cavaco nos Açores com família (com fotogaleria)
20-06-2010

O Presidente da República, pôs em prática o apelo que fez aos portugueses - "Façam férias em Portugal" - e partiu com a família para os Açores. Cavaco Silva chegou quarta-feira à noite a Ponta Delgada.

Acompanhado da mulher, filhos, nora e netos, o Chefe de Estado aproveitou o bom tempo, que se regista em S. Miguel, para, ao longo do dia de ontem, apreciar as paisagens da maior ilha açoriana. E foi nas lagoas do Fogo e Furnas que decidiu almoçar o típico cozido das Furnas. Sem passar despercebido, Cavaco Silva, que regressa hoje a Lisboa, conviveu com os habitantes locais, com quem se foi cruzando.

Sobre a escolha para quatro dias de férias, Cavaco afirmou ser uma "falta imperdoável" que a sua família não conhecesse os Açores.

publicado por Rickymcdread às 21:27
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Quarta-feira, 16 de Junho de 2010

Festas de Santo António 2010!!!

Marchas de Santo António de Lisboa, 2010...

 

 

As tradicionais Marchas Populares de Lisboa voltaram a descer a Avenida da Liberdade, enchendo de cor e alegria a noite de Santo António, na noite de 12 para 13 de Junho. A Marcha de Alfama foi a grande vencedora. Estiveram presentes o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, e vereadores do executivo, assim como presidentes das Juntas de Freguesias.

 

 

Marchas Populares 2010 Marchas Populares 2010 Marchas Populares 2010



 

Casamentos de Santo António 2010...

 

http://www.casamentosdesantoantonio.cm-lisboa.pt/backoffice/ficheiros/12765640364c16d244aa7d4.jpg

 

 

FOTOS DOS CASAMENTOS DE SANTO ANTÓNIO 2010

VEJA AS FOTOS DOS CASAMENTOS DE SANTO ANTÓNIO 2010 EM -

 

http://www.4shared.com/account/dir/KmEf8uPo/sharing.html?rnd=16

 

 

 

CASAMENTOS DE SANTO ANTÓNIO NO FACEBOOK

 

http://www.facebook.com/pages/Casamentos-de-Santo-Antonio/251963107351?ref=sgm

 

http://www.casamentosdesantoantonio.cm-lisboa.pt/imgs/fotoHome1.jpg

 

Os noivos...

 

Alexandra e Miguel
Alexandra e Miguel
Alda e Paulo
Alda e Paulo
(para saberem mais sobre cada casal cliquem nas fotos em cima)
A história dos Casamentos de Santo António...
http://www.casamentosdesantoantonio.cm-lisboa.pt/imgs/historia_foto1.jpg

Santo António nasceu em Lisboa em 1195, tendo ingressado, ainda muito jovem, na Ordem dos Franciscanos. Era um pregador culto e apaixonado, conhecido pela sua devoção aos pobres e pela habilidade para converter heréticos.

Leccionou teologia em diversas universidades europeias e passou os seus últimos meses de vida em Pádua, Itália, onde viria a falecer, em 1231.

A Igreja Católica canonizou-o menos de um ano depois da sua morte e em 1934 o Papa Pio XI proclamou-o segundo padroeiro de Portugal, a par de Nossa Senhora da Conceição.

Santo António é vulgarmente considerado como um santo casamenteiro, pois, segundo a lenda, era um excelente conciliador de casais.

É particularmente venerado na Cidade de Lisboa e o seu dia, 13 de Junho, é feriado municipal. Contudo, as festas em honra de Santo António começam logo no dia 12 com a realização dos Casamentos de Santo António, evento inserido nas Festas da Cidade.

Este acontecimento, de grande relevo para Lisboa, comemorou no ano passado o seu Cinquentenário; foi em 1958 que 26 casais ficaram unidos pelo matrimónio na Igreja de Santo António. O objectivo da iniciativa, então patrocinada pelo Diário Popular, era possibilitar o casamento a casais com maiores dificuldades financeiras.

Após diversos anos de interrupção, a tradição foi retomada em 1997, agora sob a égide da Câmara Municipal de Lisboa, passando a admitir-se, também, casamentos civis.

Os Casamentos de Santo António constituem uma marca incontornável na tradição popular de Lisboa, contribuindo, em cada ano, para firmar a identidade cultural da Cidade.

Em 2009, a Câmara Municipal de Lisboa, com a participação e o empenho da sociedade civil, proporcionará, uma vez mais, a união de 16 jovens casais no dia 12 de Junho.

 

 

Grande excitação nos Paços do Concelho: chegou o grande dia!

 

http://www.casamentosdesantoantonio.cm-lisboa.pt/backoffice/ficheiros/12763345304c1351c2ebeab.jpg

 

As noivas são maquilhadas, penteadas e foram ajudadas a vestir por uma grande equipa de cabeleireiros, técnicos de maquilhagem e várias outras pessoas que vão dando apoio ao que é necessário fazer. E é muito! Se uma noiva demora algumas horas até se sentir pronta a casar-se, imagina-se o ambiente  com a preparação de 16 noivas!

Apesar de apenas os casamentos civis terem lugar nos edíficio sede da CML, os Paços do Concelho, todas as 16 noivas estão aqui reunidas, partindo as nubentes que optaram pelo casamento católico para a Sé após a cerimónia civil.

 

Os Casamentos de Santo António são um dos eventos mais acarinhados pela população lisboeta.

Correspondendo a uma das mais emblemáticas tradições das festas e da cultura da cidade, a Câmara Municipal de Lisboa vai organizar a edição 2010 dos Casamentos de Santo António.

Com o espírito de manter vivas as referências culturais da nossa cidade, convido os jovens casais a participarem neste grande evento e a festejarem com Lisboa o dia em que unirão as suas vidas.

A 12 de Junho, a cidade engalanada voltará a festejar a união de 16 casais que representam, de forma inequívoca, o seu rejuvenescimento.



O Presidente da Câmara Municipal de Lisboa

António Costa

 

 

 

Noivas e esquipa dos CSA na escadaria dos Paços Concelho
Noivas e esquipa dos CSA na escadaria dos Paços Concelho
Noivas na escadaria dos Paços do Concelho, antes da saída das noivas dos casamentos católicos
Marisa e Pedro
Elisabete e Ricardo
Andreia e David
Ana e Bruno
Alexandra e Miguel
Noiva sorridente no cocktail pós cerimónia civil
Recém casados passeiam nas imediações dos Paços do Concelho
Presidente da CML brinda com casais de ouro, que dentro de poucas horas renovarão os seus votos!
Casais de Ouro reunidos nos Paços Concelho
Grupo dos casais civis com executuvo CML após a cerimónia
Marisa com o braço dado ao pai, segundos antes de se juntar a Pedro
Elisabete á entrada para o salão nobre

 

 

Grande excitação nos Paços do Concelho: chegou o grande dia!

As noivas são maquilhadas, penteadas e foram ajudadas a vestir por uma grande equipa de cabeleireiros, técnicos de maquilhagem e várias outras pessoas que vão dando apoio ao que é necessário fazer. E é muito! Se uma noiva demora algumas horas até se sentir pronta a casar-se, imagina-se o ambiente  com a preparação de 16 noivas!

Apesar de apenas os casamentos civis terem lugar nos edíficio sede da CML, os Paços do Concelho, todas as 16 noivas estão aqui reunidas, partindo as nubentes que optaram pelo casamento católico para a Sé após a cerimónia civil.

isboa plus
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185. Marchas Populares 2010
1 day ago
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As tradicionais Marchas Pop
publicado por Rickymcdread às 22:21
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