Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2009

Violencia doméstica (caso de Rihanna agredida por Chris Brown) e bolliyng!!!

People hoje vou comtinuar na onde da noticia de ontem da agressão de Chris Brown a Rihanna que talvez a deixe com marcas para toda a sua vida!!! São cenas bué habituais entre casais de mulheres que sofrem de violencia doméstica e mais recentemente também homens se queixam dessa mesma violência, poderia ser insólito por ser um homem e por ser fisicamente mais forte que a mulher mas nem sempre as cenas são assim e por isso qualquer um pode ser vitima deste tipo de violência mas não só a violencia doméstica hoje também vou falar-vos de bolliyng um caso habitual entre os jovens e que o sofrem muitas vezes nas escolas entre colegas mas já irão ficar a saber um pouco mais sobre isto!!!

 

Vou começar com o caso Rihanna:

 

Rihanna adia show na Malásia após suposta agressão de namorado

 

A cantora Rihanna adiou o show programado para o dia 13 de fevereiro na Malásia, anunciou na terça-feira (10) a organização do evento. O motivo do cancelamento teria sido a prisão de seu namorado, o cantor Chris Brown, acusado de agredi-la no fim de semana.

 

Matt Sayles/AP
Rihanna foi encontrada pelos policiais em seu carro com o nariz ensanguentado
Rihanna foi encontrada pelos policiais em seu carro com o nariz ensanguentado

A organização Pineapple Concerts, da Malásia, disse em comunicado em seu site que uma nova data para o concerto será anunciada dentro de duas semanas "em vista dos fatos recentes envolvendo Rihanna".

O caso

O incidente ocorreu no carro de Chris Brown na manhã do domingo, horas antes da participação programada dele e de Rihanna na cerimônia do Grammy. O site de celebridades "TMZ" disse que a polícia encontrou Rihanna em seu carro com o nariz ensanguentado, o lábio partido e marcas de mordidas pelo corpo.

Após o incidente, Rihanna se recuperou no Centro Médico Cedars-Sinai, em Los Angeles. Nos últimos dias, sua agente divulgou apenas um comunicado dizendo: "Rihanna está bem. Agradecemos seu apoio e preocupação".

Autoridades afirmam que Brown --em liberdade depois de pagar fiança-- pode enfrentar acusações adicionais.

 

Chris Brown foi preso depois de agredir a sua namorada, este caso até já poderia ter-se repetido em outras vezes mas talvez só agora tenha vindo a publico, esta é a minha opinião!!!

 

Rihanna sofre ferimentos horríveis às mãos de Chris Brown
10 | 02 | 2009   16.42H

Desde então nunca mais foi vista em público e por isso por enquanto é impossível determinar se, tal como a imprensa norte-americana garante, Rihanna é mesmo a mulher de identidade anónima vítima de agressão pelo seu namorado, o cantor R&B Chris Brown.

Vera Valadas Ferreira | vferreira@destak.pt
 

Segundo testemunhas no hospital Cedar Sinai, de Los Angeles, a jovem de 20 anos ficou com ferimentos «horríveis», nomeadamente marcas nos braços, grandes contusões em ambas as faces e nódoas negras várias. Rihanna teria também o lábio aberto e sangrava do nariz.

A altercação entre o casal - que antes, na festa pré-prémios Grammy, era só beijos e abraços – terá surgido quando a voz de Umbrella insinuou que Brown tinha um caso com outra mulher. Segundo fonte próxima de Rihanna, a jovem está a agora a reconsiderar se deve ou não dar continuidade à relação, se esta terá futuro ou não. «Rihanna estava claramente exaltada, conseguia ouvir os seus gritos. Parecia que estava a chorar», contou outra testemunha que circula pelo hospital à data do incidente.

Ainda no local do crime a cantora terá telefonado para o número de emergência, enquanto o namorado fugia para, horas mais tarde, se entregar numa esquadra. Brown, de 19 anos, só foi libertado após o pagamento de uma fiança de 50 mil dólares. Caso seja considerada culpado de violência doméstica e agressão, a estrela R&B incorre numa pena de nove anos.

Rihanna já havia sido vítima de agressões de Chris Brown, diz site

 

A polícia de Los Angeles revelou ao site TMZ não é a primeira vez que Chris Brown agride Rihanna. Ela teria afirmado que o cantor se tornou cada vez mais violento ao longo do namoro.

29.jan.2009/Evan Agostini/AP
Cantora Rihanna já havia sido vítima de agressões do namorado famoso
Cantora Rihanna já havia sido vítima de agressões do namorado famoso

Segundo fontes citadas pelo site, Rihanna apresenta machucados no rosto, olhos inchados e marcas de mordidas nos dedos e no braço.

Diante desse, Brown, 19, será acusado de violência doméstica.

De acordo com a polícia, a causa da discussão começou quando Brown recebeu uma mensagem no celular de uma mulher marcando um encontro, o que deixou Rihanna enciumada.

No meio da discussão, o cantor bateu em Rihanna, que pediu para que ele a levasse para casa e "fingiu ligar" para uma pessoa, dizendo que Brown iria deixá-la em casa e que era para chamar a polícia.

Segundo Rihanna, o telefonema falso deixou o cantor tão enfurecido, que chegou a ameaçar a cantora. "Eu vou te matar", teria dito Brown.

A partir desse momento, o cantor de R&B agrediu Rihanna com seus punhos. Reagindo ao ataque, ela tirou as chaves da ignição e jogou-as para fora do carro.

 

Plástica

 

Segundo o site Pop Crunch, a agressão de Brown foi tão violenta que Rihanna deverá se submeter a uma cirurgia plástica no rosto.

Os estragos em sua face também fizeram com que ela adiasse um show na Malásia, que aconteceria amanhã.

 

 

Leia mais sobre Rihanna

 

Isto revela o que referi em cima de que Chris Brown já agredira Rihanna antes!!!

 

Jay-Z se irrita com Chris Brown após agressão a Rihanna

 

O músico Chris Brown vai ter de se entender com o rapper Jay-Z, que pretende tirar satisfações sobre a surra que Brown teria dado na namorada, a cantora Rihanna.

De acordo com a revista "US Weekly", Rihanna é protegida de Jay-Z, que é seu padrinho e mentor.

13.dez.2008/Lucas Jackson/Reuters
Rihanna e o namorado, o cantor Chris Brown
Rihanna e Chris Brown; Jay-Z ficou "fora de si" com suposta agressão do rapper contra a cantora, sua protegida

Segundo uma fonte próxima a Jay-Z, o rapper ficou "fora de si" quando soube do ocorrido e teria ameaçado Brown. "Chris é um homem morto. Ele mexeu com a turma errada", disse a fonte à revista.

O incidente ocorreu no carro de Chris Brown na madrugada de domingo (8) antes da participação do casal na cerimônia do Grammy.

Após a briga, Rihanna teria ido tratar dos machucados no Centro Médico Cedars-Sinai, em Los Angeles. Nos últimos dias, sua agente divulgou apenas um comunicado dizendo: "Rihanna está bem. Agradecemos seu apoio e preocupação".

 

Mas não é só Rihanna a sofrer destas agressões de violência doméstica pois a realidade é muito diferente, onde em alguns casos estas agressões resultam em morte!!!

 

Violência doméstica

 
Mulher no hospital depois que o marido dela a espancou

 

 

Violência doméstica é a violência, explícita ou velada, praticada dentro de casa, usualmente entre parentes (marido e mulher). Inclui diversas práticas, como a violência e o abuso sexual contra as crianças, violência contra a mulher e contra o homem, maus-tratos contra idosos, e a violência sexual contra o parceiro.

Pode ser dividida em violência física — quando envolve agressão directa, contra pessoas queridas do agredido ou destruição de objectos e pertences do mesmo; violência psicológica — quando envolve agressão verbal, ameaças, gestos e posturas agressivas; e violência sócio-económica, quando envolve o controle da vida social da vítima ou de seus recursos económicos. Também alguns consideram violência doméstica o abandono e a negligência quanto a crianças, parceiros ou idosos.

Estatisticamente a violência contra a mulher é muito maior do que a contra o homem. Em geral os homens que batem nas mulheres o fazem entre quatro paredes, para que não sejam vistos por parentes, amigos, familiares e colegas do trabalho. A maioria dos casos de violência doméstica são classes financeiras mais baixas,[carece de fontes?] a classe média e a alta também tem casos, mas as mulheres denunciam menos por vergonha e medo de se exporem e a sua família.

A violência praticada contra o homem também existe, mas o homem tende a esconder mais por vergonha. Pode ter como agente tanto a própria mulher quanto parentes ou amigos, convencidos a espancar ou humilhar o companheiro. Também existem casos em que o homem é pego de surpresa, por exemplo, enquanto dorme.

 

É mais frequente o uso do termo "violência doméstica" para indicar a violência contra parceiros, contra a mulher, contra o homem. A expressão substitui outras como "violência contra a mulher". Também existem as expressões "violência no relacionamento", "violência conjugal" e "violência intra-familiar".

 

Causas e motivos

A violência doméstica conjugal é causada especificamente pela escolha de um parceiro agir de forma agressiva com relação ao outro. Uma série de fatores pode levar a essa decisão, mas apenas no caso de compulsão incontrolável é que esses fatores podem eliminar a possibilidade de mudança de comportamento do agressor.

Note que o poder num relacionamento envolve geralmente a percepção. Uma pessoa pode se considerar como subjugada no relacionamento, enquanto que um observador menos envolvido pode discordar disso.

Muitos casos de violência doméstica encontram-se associados ao consumo de álcool, pois a bebida pode tornar a pessoa mais agressiva. Nesses casos o agressor pode apresentar inclusive um comportamento absolutamente normal e até mesmo "amável" enquanto sóbrio, o que pode dificultar a decisão da parceiro em denunciá-lo.

 

Ciclo de violência

Frequentemente, o termo é usado para descrever a violência específica e os incidentes de abuso explícito; as definições legais tendem a tomar esta perspectiva. Entretanto, quando comportamentos violentos e abusivos surgem num relacionamento, os efeitos desses comportamentos continuam mesmo após os atos em si. Profissionais da lei costumam se referir à violência doméstica como um padrão de comportamentos, incluindo aqueles citados anteriormente.

Lenore Walker apresentou um modelo de "Ciclo de Violência" que consiste de três fases:

  • Lua de mel: caracterizada por afeição, reconciliação, e aparente fim da violência.
  • Surgimento da tensão: caracterizada por pouca comunicação, tensão, medo de causar explosões de violência.
  • acção: caracterizada por explosões de violência, abusos.

Embora seja fácil ver explosões de violência na fase da acção, mesmo comportamentos carinhosos, típicos da fase lua-de-mel, servem para perpetuar o abuso.

 

Gênero

É impossível discutir a violência doméstica sem discutir os papéis de género, e se eles têm ou não têm impacto nessa violência. Algumas vezes a discussão de género pode encobrir qualquer outro tópico, em razão do grau de emoção que lhe é inerente.

Quando as mulheres passaram a reclamar por seus direitos, maior atenção passou a ser dada com relação à violência doméstica, e hoje o movimento feminista tem como uma de suas principais metas a luta para eliminar esse tipo de violência. O primeiro abrigo para mulheres violentadas foi fundado por Erin Pizzey, nas proximidades de Londres, Inglaterra. Isso aconteceu na década de 1960. Pizzey fez certas críticas a linhas do movimento feminista, afirmando que a violência doméstica nada tinha a ver com o patriarcado, sendo praticada contra vítimas vulneráveis independentemente do sexo.

 

A violência doméstica mata mais mulheres do que o cancro

 
 

Em Portugal, registam-se 5 mortes por mês, colocando Portugal acima da média mundial

As vítimas de violência doméstica são homens, pessoas idosas, crianças e jovens; são pais, avós, filhos e cônjuges ou companheiros ou namorados, mas são sobretudo mulheres...

A violência doméstica continua marcada por ser uma violência contra o género feminino.

O indicador de Violência Doméstica das Estatísticas da APAV 2006 revela que chegam à APAV (na sua rede nacional de Gabinetes de Apoio à Vítima e número nacional 707 2000 77) 16 mulheres vítimas de violência por dia, 112 por semana.

Leia aqui os dados da APAV (em PDF)

 

Primeiro semestre de 2006: 9.679 casos de violência doméstica
segundo dados da GNR E PSP disvulgados em Novembro

 

Nos primeiros seis meses de 2006, a GNR e PSP registaram uma média de 50 casos de violência doméstica por dia. Ao todo registaram-se 9.679 casos de violência doméstica, ou sejamais 1.674 casos em relação ao mesmo período de 2005.

A PSP registou mais 1.500 casos de violência doméstica do que no ano passado, num total de 5.501 casos, enquanto a GNR registou mais 174 num total de 4.158 casos. A maioria dos casos de violência doméstica são entre cônjuges (3.941) e também contra crianças (4.158).

Segundo as fontes policiais houve também um aumento do número de participações. Tal poderá ser explicado devido à maior visibilidade do problema, à crescente percepção social e consciencialização dos direitos por parte das vítimas.

 

 

Mulheres (In)visíveis

Segundo o estudo "Mulheres (In)visíveis" da Amnistia Internacional, divulgado em Outubro de 2006, o número de queixas de violência doméstica aumentou 17% em 2005, relativamente ao ano anterior, num total de 18192 de queixas formalizadas junto da PSP e da GNR.

De acordo com o relatório registam-se cerca de 5 mortes por mês e 40% dos agressores têm entre idades entre os 25 e os 45 anos, o que demonstra não haver alterações "em paradigmas comportamentais e sociais muito enraizados em Portugal".

Entre as formas mais comuns de violência doméstica estão Maus tratos psíquicos (32,5%), violência física (32,2%), ameaças (20%), violação (1,2%) e homicídio (0,06%).
Embora percentualmente mais irrelevante neste estudo, a questão do homicídio revela dados assustadores indicando que, anualmente, quase 60 mulheres são mortas pelos seus companheiros. Este padrão mensal de cinco mortes coloca Portugal acima da média mundial de três mortes por mês.

 

Links de interesse

Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV)

Associação de Mulheres contra a Violência (AMCV)

Amnistia Internacional

Núcleos Mulher e Menor da GNR

A PSP informa e aconselha

 
 

 

 

Homens queixam-se cada vez mais de maus tratos



Céu Neves
   
 
DN-Leonardo Negrão

Perfil. A vítima do sexo masculino, tal como a do sexo feminino, está dependente economicamente do agressor e tem problemas de auto-estima
São cada vez mais os homens que se queixam de violência doméstica, representando 15% das participações na GNR e PSP em 2004, segundo o Gabinete Coordenador de Segurança (GCS). A percentagem das vítimas masculinas é idêntica nos meios rurais e urbanos, o que revela uma alteração das mentalidades, defendem autoridades policiais e os técnicos. No ano passado registaram-se 14 959 processos no total, menos 2468 do que em 2003.

"O número de vítimas homens está a aumentar e, provavelmente, são muito mais que os que se queixam", refere a socióloga Elza Pais, a fazer um doutoramento sobre violência conjugal. De acordo com a socióloga, o homem que admite ser maltratado pelo cônjuge ou companheira ainda é malvisto na sociedade portuguesa. "É preciso ter muita coragem para apresentar queixa por ter sido agredido pela mulher, sobretudo nos meios pequenos", diz Leonel Carvalho, secretário-geral do GCS.

Apesar da estigmatização social, os técnicos salientam o facto de 2244 homens se terem deslocado às instalações das autoridades policiais, GNR ou PSP, para denunciarem os maus tratos das companheiras, o que revela sinais de mudança. A tendência é para o aumento de denúncias dos maridos e companheiros.

Leonel Carvalho e João Lázaro, secretário-geral da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), salientam também que há muitos casos de homens que resolvem apresentar queixa quando sabem que a mulher abriu um processo contra eles por agressão, verbal ou física. Mas, e atendendo ao testemunho recolhido pelo DN (ver página ao lado), o mesmo se passa quando é o sexo feminino a agredir.

Perfil. Os perfis das vítimas são muito semelhantes, quer sejam do sexo masculino ou feminino. As pessoas que sofrem maus tratos têm entre 30 e 50 anos, estão economicamente e emocionalmente dependentes do agressor e têm problemas de auto-estima e de falta de confiança.

Quanto às motivações ou características que podem potenciar a agressão, as mulheres sofrem de perturbações psicológicas e de comportamento, enquanto que os homens têm problemas de alcoolismo. O álcool surge muitas vezes associado à agressão, mas Conceição Lavadinho, responsável pela Estrutura de Missão contra a Violência Doméstica, explica a causa principal "é anterior ao consumo. São pessoas que não têm resistência à frustração e qualquer factor de stress as descompensa".

O GCS regista o total de crimes de violência doméstica participados na GNR e PSP, reunindo todas as queixas judiciais nesta área. Uma segunda conclusão é a de que está a diminuir o número de participações, confirmando a tendência de diminuição de casos denunciados pela APAV. Estes passaram de 7871, em 2003, para 7515 em 2004.

Até ao ano passado, o número de queixas foi sempre aumentando, registando um grande boom em 2002 e 2003 (17 427 participações neste último ano). Daí que a quebra de 2004 - 8453 participações na PSP e 6506 na GNR - seja analisada com alguma surpresa. Leonel Carvalho explica a inversão de números pelo facto de se ter dado uma grande visibilidade a estes casos nos últimos anos. "O que estava escondido apareceu em 2003", salientou. Por outro lado, acrescenta, houve uma maior sensibilização para o problema, o que poderá ter desincentivado os agressores.

Elza Pais diz não ter "a certeza de que a diminuição de queixas corresponda a uma diminuição de maus tratos". A mudança nos critérios de registo é uma das hipóteses que apresenta como explicação. Por outro lado, é difícil de provar quantas pessoas foram vítimas de violência psicológica.

As crianças e os idosos representam cinco por cento das vítimas cada, segundo as queixas na GNR e PSP. Em termos de grau de parentesco da vítima, em 69% dos casos são companheiros ou cônjuges dos agressores e em 11% ex-companheiros, o que prova que as agressões não acabam com a saída das vítimas de casa. Em 6% dos casos as vítimas são os filhos.

Registo. Os dados da GCS englobam alguns dos casos apresentados na APAV e outras estruturas de apoio à vítima, mas é difícil avaliar a verdadeira dimensão do problema. No âmbito do II Plano contra a Violência Doméstica, está a ser criada uma rede de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica (Vdnet), que ligará através da Internet todos os organismos, públicos e privados, que fazem atendimento. Este sistema terá como base uma ficha de atendimento normalizada, que poderá ser consultada e preenchida pelos técnicos envolvidos mediantes códigos de acesso restrito e com garantia de confidencialidade.

Ao mesmo tempo, está a ser preparado o auto de notícia padrão e um formulário de avaliação de risco, a ser preenchido pela PSP e GNR aquando da denúncia de uma situação de violência doméstica. No entanto, estes documentos só serão testados no final do ano.

 

 

 

 

Agora vamos falar de outro caso que afecta os jovens e vou passar já a explicar o que é bulliyng:

 

Bullying

 
O bullying escolar na infância é uma prática observada em várias culturas.

Bullying é um termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully ou "valentão") ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender.

 

Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de bullying pela turma.

 

 Caracterização do bullying

No uso coloquial entre falantes de língua inglesa, bullying é frequentemente usado para descrever uma forma de assédio interpretado por alguém que está, de alguma forma, em condições de exercer o seu poder sobre alguém ou sobre um grupo mais fraco.

O cientista norueguês Dan Owelus define bullying em três termos essenciais:[2]

  1. o comportamento é agressivo e negativo;
  2. o comportamento é executado repetidamente;
  3. o comportamento ocorre num relacionamento onde há um desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas

O bullying divide-se em duas categorias

  1. bullying direto;
  2. bullying indireto, também conhecido como agressão social

O bullying direto é a forma mais comum entre os agressores (bullies) masculinos.

A agressão social ou bullying indireto é a forma mais comum em bullies do sexo feminino e crianças pequenas, e é caracterizada por forçar a vítima ao isolamento social. Este isolamento é obtido através de uma vasta variedade de técnicas, que incluem:

  • espalhar comentários;
  • recusa em se socializar com a vítima
  • intimidar outras pessoas que desejam se socializar com a vítima
  • criticar o modo de vestir ou outros aspectos socialmente significativos (incluindo a etnia da vítima, religião, incapacidades etc).

O bullying pode ocorrer em situações envolvendo a escola ou faculdade/universidade, o local de trabalho, os vizinhos e até mesmo países. Qualquer que seja a situação, a estrutura de poder é típicamente evidente entre o agressor (bully) e a vítima. Para aqueles fora do relacionamento, parece que o poder do agressor depende somente da percepção da vítima, que parece estar a mais intimidada para oferecer alguma resistência. Todavia, a vítima geralmente tem motivos para temer o agressor, devido às ameaças ou concretizações de violência física/sexual, ou perda dos meios de subsistência.

 

Características dos bullies

Pesquisas indicam que adultos agressores têm personalidades autoritárias, combinadas com uma forte necessidade de controlar ou dominar. Também tem sido sugerido que um déficit em habilidades sociais e um ponto de vista preconceituoso sobre subordinados podem ser fatores de risco em particular.

Estudos adicionais[5] têm mostrado que enquanto inveja e ressentimento podem ser motivos para a prática do bullying, ao contrário da crença popular, há pouca evidência que sugira que os bullies sofram de qualquer déficit de auto-estima

Outros pesquisadores também identificaram a rapidez em se enraivecer e usar a força, em acréscimo a comportamentos agressivos, o ato de encarar as ações de outros como hostis, a preocupação com a auto-imagem e o empenho em ações obsessivas ou rígidas.

É freqüentemente sugerido que os comportamentos agressivos têm sua origem na infância:

"Se o comportamento agressivo não é desafiado na infância, há o risco de que ele se torne habitual. Realmente, há evidência documental que indica que a prática do bullying durante a infância põe a criança em risco de comportamento criminoso e violência doméstica na idade adulta."

O bullying não envolve necessariamente criminalidade ou violência. Por exemplo, o bullying frequentemente funciona através de abuso psicológico ou verbal.

 

Tipos de bullying

Os bullies usam principalmente uma combinação de intimidação e humilhação para atormentar os outros. Abaixo, alguns exemplos das técnicas de bullying:

  • Insultar a vítima; acusar sistematicamente a vítima de não servir para nada.
  • Ataques físicos repetidos contra uma pessoa, seja contra o corpo dela ou propriedade.
  • Interferir com a propriedade pessoal de uma pessoa, livros ou material escolar, roupas, etc, danificando-os
  • Espalhar rumores negativos sobre a vítima.
  • Depreciar a vítima sem qualquer motivo.
  • Fazer com que a vítima faça o que ela não quer, ameaçando a vítima para seguir as ordens.
  • Colocar a vítima em situação problemática com alguém (geralmente, uma autoridade), ou conseguir uma ação disciplinar contra a vítima, por algo que ela não cometeu ou que foi exagerado pelo bully.
  • Fazer comentários depreciativos sobre a família de uma pessoa (particularmente a mãe), sobre o local de moradia de alguém, aparência pessoal, orientação sexual, religião, etnia, nível de renda, nacionalidade ou qualquer outra inferioridade depreendida da qual o bully tenha tomado ciência.
  • Isolamento social da vítima.
  • Usar as tecnologias de informação para praticar o cyberbullying (criar páginas falsas sobre a vítima em sites de relacionamento, de publicação de fotos etc).
  • Chantagem.
  • Expressões ameaçadoras.
  • Grafitagem depreciativa.
  • Usar de sarcasmo evidente para se passar por amigo (para alguém de fora) enquanto assegura o controle e a posição em relação à vítima (isto ocorre com freqüência logo após o bully avaliar que a pessoa é uma "vítima perfeita").

 

Locais de bullying

O bullying pode acontecer em qualquer contexto no qual seres humanos interajam, tais como escolas, universidades, famílias, entre vizinhos e em locais de trabalho.

 

Escolas

Em escolas, o bullying geralmente ocorre em áreas com supervisão adulta mínima ou inexistente. Ele pode acontecer em praticamente qualquer parte, dentro ou fora do prédio da escola.

Um caso extremo de bullying no pátio da escola foi o de um aluno do oitavo ano chamado Curtis Taylor, numa escola secundária em Iowa, Estados Unidos, que foi vítima de bullying contínuo por três anos, o que incluía alcunhas jocosas, ser espancado num vestiário, ter a camisa suja com leite achocolatado e os pertences vandalizados. Tudo isso acabou por o levar ao suicídio em 21 de Março de 1993. Alguns especialistas em "bullies" denominaram essa reação extrema de "bullycídio".

Os que sofrem o bullying acabam desenvolvendo problemas psíquicos muitas vezes irreversíveis, que podem até levar a atitudes extremas como a que ocorreu com Jeremy Wade Delle. Jeremy se matou em 8 de janeiro de 1991, aos 15 anos de idade, numa escola na cidade de Dallas, Texas, EUA, dentro da sala de aula e em frente de 30 colegas e da professora de inglês, como forma de protesto pelos atos de perseguição que sofria constantemente. Esta história inspirou uma música (Jeremy) interpretada por Eddie Vedder, vocalista da banda estadunidense Pearl Jam.

Nos anos 1990, os Estados Unidos viveram uma epidemia de tiroteios em escolas (dos quais o mais notório foi o massacre de Columbine). Muitas das crianças por trás destes tiroteios afirmavam serem vítimas de bullies e que somente haviam recorrido à violência depois que a administração da escola havia falhado repetidamente em intervir. Em muitos destes casos, as vítimas dos atiradores processaram tanto as famílias dos atiradores quanto as escolas.

Como resultado destas tendências, escolas em muitos países passaram a desencorajar fortemente a prática do bullying, com programas projetados para promover a cooperação entre os estudantes, bem como o treinamento de alunos como moderadores para intervir na resolução de disputas, configurando uma forma de suporte por parte dos pares.

Dado que a cobertura da mídia tem exposto o quão disseminada é a práctica do bullying, os júris estão agora mais inclinados do que nunca a simpatizar com as vítimas. Em anos recentes, muitas vítimas têm movido ações judiciais diretamente contra os agressores por "imposição intencional de sofrimento emocional", e incluindo suas escolas como acusadas, sob o princípio da responsabilidade conjunta. Vítimas norte-americanas e suas famílias têm outros recursos legais, tais como processar uma escola ou professor por falta de supervisão adequada, violação dos direitos civis, discriminação racial ou de gênero ou assédio moral.

O bullying nas escolas (ou em outras instituições superiores de ensino) pode também assumir, por exemplo, a forma de avaliações abaixo da média, não retorno das tarefas escolares, segregação de estudantes competentes por professores incompetentes ou não-atuantes, para proteger a reputação de uma instituição de ensino. Isto é feito para que seus programas e códigos internos de conduta nunca sejam questionados, e que os pais (que geralmente pagam as taxas), sejam levados a acreditar que seus filhos são incapazes de lidar com o curso. Tipicamente, estas atitudes servem para criar a política não-escrita de "se você é estúpido, não merece ter respostas; se você não é bom, nós não te queremos aqui". Freqüentemente, tais instituições (geralmente em países asiáticos) operam um programa de franquia com instituições estrangeiras (quase sempre ocidentais), com uma cláusula de que os parceiros estrangeiros não opinam quanto a avaliação local ou códigos de conduta do pessoal no local contratante. Isto serve para criar uma classe de tolos educados, pessoas com títulos acadêmicos que não aprenderam a adaptar-se a situações e a criar soluções fazendo as perguntas certas e resolvendo problemas.

 

 

Alcunhas ou apelidos (dar nomes)

 

Normalmente, uma alcunha (apelido) é dada a alguém por um amigo, devido a uma característica única dele. Em alguns casos, a concessão é feita por uma característica que a vítima não quer que seja alardeada, tal como uma verruga ou forma obscura em alguma parte do corpo. Em casos extremos, professores podem ajudar a popularizá-la, mas isto é geralmente percebido como inofensivo ou o golpe é sutil demais para ser reconhecido. Há uma discussão sobre se é pior que a vítima conheça ou não o nome pelo qual é chamada. Todavia, uma alcunha pode por vezes tornar-se tão embaraçosa que a vítima terá de se mudar (de escola, de residência ou de ambos).

 

 

Se és vitima de bullying não exites em te queixar, não deixes que esta situação se alastre, além de te isolares do mundo, o que é bué mau para ti, tornas-te anti-social, fazem com que a tua auto-estima se distrua e faz com que sofras sozinho e o desempenho escolar acaba por ser mau!!! Não deixes que abusem de ti, tu és forte luta contra isto, não tenhas medo!!!

 

Para terminar deixo-vos uma noticia também de agressão no mundo do hip hop:

 

 

Suge Knight sofre fraturas no rosto após agressão

 


O magnata do Hip-Hop e co-fundador da lendária Death Row Records, Marion "Suge" Knight, foi parar em um hospital do Arizona por causa de fraturas no rosto. Ele teria sido agredido por um homem associado ao cantor de R&B Akon.

De acordo com noticiários, a polícia foi chamada para uma festa que estava sendo realizada no segundo andar do hotel W, por volta de 3:30 da manhã de hoje.

Testemunhas disseram que um homem identificado como Robert Carnes Jr. acertou Knight duas vezes. A polícia usou armas de eletrochoque para acabar com a briga e prender Carnes Jr., 38 e Thomas Leon Anderson Jr, 33.

Knight foi levado para um hospital local, sendo liberado horas depois.

Anderson recebeu uma acusação de conduta não apropriada, enquanto Carnes Jr. foi acusado de agressão em circunstâncias agravantes em virtude da gravidade dos ferimentos de Knight.

Ambos suspeitos foram fichados na Cadeia da Cidade de Scottsdale e estão sendo mantidos sob custódia.

 

Rihanna também cancelou sua apresentação na noite do Grammy, que ocorreu no último domingo (8), já que o episódio de violência aconteceu na manhã desse mesmo dia.

publicado por Rickymcdread às 01:20
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