Sábado, 4 de Julho de 2009

Blog que esclarece as tuas duvidas na adolescencia e o final da novela "Podia Acabar o Mundo" da sic!!!

People primeiro a publicidade aos meus blogs da "Rebelde Way" e "Morangos com Açucar" em http://morangoserebeldes.blogs.sapo.pt ou só downloads em http://episodiosmcadownload.blogspot.com...


Agora outra publicidade mas que esclarece as duvidas de bués de adolescentes...



Hoje vou dedicar este post exclusivamente a um blog que te irá esclarecer sobre as duvidas que poderás ter durante a tua adolescencia, sexuais e não só...


 

As duvidas dos adolescentes esclarecidas em blog!!!


silêncio dos adolescentes!


Os pais desejam falar com os seus filhos adolescentes e saber o que pensam, sentem e fazem, mas os jovens não falam...Isto é normal?

"Às vezes sinto que falar com uma parede é mais fácil do que arrancar uma palavra ao meu filho", diz uma mãe, que logo acrescenta: "quando responde com monossílabos sinto que tivemos uma grande conversa".

Claramente, esta é a fase do silêncio. A nova forma de comunicar-se é o silêncio ou, no melhor dos casos, as frases entrecortadas. Alguns livram-se de cair nesta etapa, mas são muito poucos. Por isso, é normal encontrar tantos pais desesperados com a indolência dos seus filhos. Tomar consciência do que se trata e de por que acontece é uma boa ajuda, pois assim é possível aprender o lado positivo, que neste caso, não é pequeno.

Durante a infância as crianças estão completamente viradas para o mundo exterior, comunicam e recebem ordens sem problemas. Mas na puberdade, e fazendo isso parte de um processo absolutamente normal, começam a ter uma maior preocupação por outros aspectos de si mesmos. No início, isto toma a forma de introversão passiva, para ir progressivamente tornando-se activa, e caracteriza-se por:

1. O jovem desvia o interesse do mundo exterior, para se concentrar cada vez mais em si próprio.

2. Procura diferenciar-se de tudo o resto e, por esse motivo, rompe com a autoridade, tanto dos pais como dos professores. Procura autonomia, o que por vezes implica um período de crítica, e lhe faz perder, por exemplo, o interesse em participar nas actividades familiares.

3. Na parte final do conhecimento, cresce a fantasia, através da qual compensa as inseguranças que experimenta no mundo real. Por isso é tão difícil falar com ele: está no seu próprio mundo.

4. No campo das amizades, afasta-se dos grandes grupos e nasce a época do melhor amigo ou amigo íntimo, sem que esteja necessariamente excluída uma intensa vida social.

A consequência final: uma criança isolada que se torna calada e completamente egocêntrica. O objectivo: desligar-se de tudo o que é exterior para melhor conhecer a sua interioridade e se encontrar com a sua intimidade. Precisam de um certo isolamento para pensarem e reflectirem acerca de quem são, das suas novas experiências e formas de sentir o mundo.

Há uma espécie de retiro e um abandonar-se a não fazer nada; podem passar um dia inteiro fechados.

Quando crescem um pouco mais, o silêncio mantém-se, mas é acompanhado de uma procura de modelos com os quais se identificam, para criarem um ideal de si mesmos.

Em resumo, a filósofa Carolina Dell Oro explica que o adolescente se apercebe de que tem algo dentro de si, e quer desenvolvê-lo. É o momento em que algo nasce, e para se descobrir precisa estar só e calado.


Resgatando o silêncio

O que é mais normal com esta atitude é que os pais percam a paciência. Mas é importante que eles tomem consciência de que se trata de um processo de conhecimento. Assim, tendo em conta certos pontos, e sabendo quais são as consequências positivas, será mais fácil compreender os anos de introversão.

Para isso a psicóloga Beatriz Zegers, explica um importante ponto de partida: ''No mundo actual, as pessoas tornaram-se mais intolerantes perante os silêncios individuais. Vivemos num ambiente que é extremamente extrovertido: tudo se fala, tudo se diz e não se respeitam os momentos de silêncio, que são fundamentais para o desenvolvimento da intimidade''. Isto não significa que o adolescente corte a comunicação verbal para sempre e não tenha mais nada para contar: também há momentos em que se envolvem, e isto é normal, mas nesta fase são menos frequentes.

E como o silêncio é o estado normal, um segundo ponto é que: "o estar calado é também uma forma de comunicação. Dão-se informações através das palavras, mas também através do silêncio, por isso, os adolescentes estão a dizer-nos alguma coisa. Nós, os pais, devemos desenvolver a habilidade de decifrar o que está a suceder ''.

O silêncio normal nesta idade é o explicado anteriormente, quer dizer, que ele tem a ver com a procura da intimidade, é uma reflexão que se exprime com a tendência ao isolamento. Este silêncio, porém, é diferente do silêncio que é acompanhado de hostilidade, ou de problemas de relacionamento com os pais, ou de baixo rendimento escolar. ''Aqui o silêncio tem outro significado: é um problema que tem de ser solucionado ''. Quanto mais áreas este silêncio comprometa, mais preocupante é.

Se o silêncio é excessivo, pois provoca uma ruptura total com os outros, isso já é negativo.

Para uma vida melhor


O silêncio reflexivo que acontece na fase da adolescência é fundamental. Beatriz Zegers afirma: ''Sem silêncio privamo-nos da possibilidade de nos ouvirmos a nós mesmos, perdemos a capacidade de desenvolver a contemplação e a meditação ''.

De facto, uma das características próprias do ser humano é a capacidade de entrar na sua própria intimidade e, segundo Carolina Dell Oro, é precisamente na adolescência que se amadurece e solidifica o mundo interior. '' A adolescência é o principio de um crescimento qualitativo, onde nasce a consciência da própria intimidade, que é fundamental para a revelação como pessoa''.

Portanto, há que deixar de pensar que esta é uma fase obscura e crítica. Pelo contrario, é o momento mais determinante da pessoa, pois é o momento no qual, em silêncio, o indivíduo examina toda a sua infância, descobre o mundo interior e prepara a sua idade adulta de maneira a saber agir no futuro, como alguém que pensa e não porque assim fazem todos.

Carolina acrescenta: '' Uma pessoa que tem um bom mundo interior age a partir de si mesmo, com menor perigo de se deixar levar por qualquer disparate. É uma criança que, sem duvida, terá uma vida melhor ''.


Como nos entendemos?

Por muito positivo que seja tudo o que surge do silêncio reflexivo, aos pais, no dia a dia, tanta impassibilidade pode pôr-lhes os cabelos em pé, sobretudo, se dão conta de que, apesar das maiores tentativas para falar com o ''semi-mudo'', não ouvem resposta nenhuma. Para não caírem em desespero e saberem como agir, Carolina Dell Oro dá algumas recomendações chave:

1. Conhecer o processo. A primeira das chaves é tomar consciência do processo que a criança está a viver. "Ela está num momento de ajustes, está desconcertada, não se dirige, está lenta, e ter isso em conta é fundamental para não ser violento com ela e, pelo contrario, encher-se de paciência". Além disso, é importante compreender que a actividade exterior não é a única alternativa; a actividade interior também é fundamental.

2. Estar e acompanhar. Como acção concreta, o mais recomendado é a companhia. "Acompanhar e estar aí, junto deles, é a melhor forma de comunicação. Há que evitar cair na tentação de que: como não me fala deixo-o sozinho", afirma a filósofa, que acrescenta: "é um estar presente que não implica nem falar nem ralhar, mas apenas garantir que desses pensamentos que deslumbram o adolescente se obtenham bons resultados".

3. Saber esperar. A paciência vale ouro, porque para esses resultados há que esperar um pouco, respeitando o silêncio, evitando zangar-se por não haver resposta. "Tem que se ser delicado na relação com os filhos e não os aborrecermos com perguntas e com temas sem sentido. Isso não vai resultar. O melhor é criar situações de silêncio e de contacto pessoal e directo, marcando sempre o limite do que é correcto e permitido". Desta maneira, uma criança que sente que a respeitam, finalmente, no fim da sua adolescência, será, sem dúvida, capaz de exprimir os seus pensamentos e combinar muito bem as duas perspectivas humanas: a intimidade e a capacidade de agrupar-se com os outros.


Quando alarmar-se:

1. quando o silêncio é acompanhado de manifesta agressividade;

2. quando a má relação com os pais e professores exigir outras causas que não simplesmente a adolescência;

3. quando existam suspeitas fundadas de que o filho não anda por bons caminhos;

4. quando existam quebras do rendimento escolar.


Guardar os limites:

Se bem que a recomendação seja respeitar o silêncio dos adolescentes e permitir-lhes que desenvolvam um mundo próprio, para tudo há limites, e estes devem ser devidamente estabelecidos:

- Está bem que ouçam a sua música e que adorem estar enfiados nos fones do ''walkman'', mas isto não se deve fazer à hora da refeição.

- Que não se preocupem com os irmãos as 24 horas do dia, é normal e aceitável, mas se por uma razão especial isso for necessário, devem estar dispostos a encarregarem-se deles.

- Se forem pela rua a arrastar os pés, de tal maneira que pareça que vão desmaiar, aceite, porque é possível que tenham tido uma importante actividade física, por exemplo, na escola.

- É normal que não lhe agrade ensinar matemática à irmã mais nova, mas que o faça sem problemas ao amigo. Não é preocupante. O mesmo se passa com as obras sociais: gosta de visitar asilos, mas não se dá conta de que em casa está alguém doente. Isso é normal e está dentro dos limites, mas também é superável.


A adolescência – uma etapa da vida

Na Unidade Curricular de TIC foi-nos pedido para fazermos um filme. Inicialmente o grupo não teve ideias sobre o(s) tema(s) a abordar. Contudo, achomos relevante focar uma parte da nossa vida, a chamada “idade do armário”, aquela que tanto preocupa os pais.

Etimologicamente, o termo adolescência tem a sua raiz no latim “ad” (para) mais “olescere” (crescer) significando, portanto, “strictu sensu”, crescer para. Por conseguinte, “é como se a adolescência fosse uma 'fase' que tem que ser transposta para alcançar aquilo que é ideal. Há algum tempo que a adolescência tem sido vista como 'o problema', um momento de crise”. (Rena e Brandão, 2003, tal como referido por Elcimar Dias Pereira, 2004).
Assim, os adolescentes crescem para se libertarem dos pais e terem um papel mais activo na sua vida, tal como refere Monteiro e Santos (2001, s/p.), “A adolescência é o período de transição que separa a infância da idade adulta, tendo por centro a puberdade. Em boa verdade, os seus limites são fluidos.”
Por vezes, o termo adolescência aparece associado ao de puberdade, relacionando-se com as mudanças anotomo-fisiológicas, no entanto, o primeiro apresenta-se como um processo bem mais complexo. Este caracteriza-se, portanto, por uma mudança biopsicossocial onde se toma uma postura/atitude perante as transformações anatomo-fisiologicas e as influências transmitidas pela família e pela cultura a que o indivíduo pertence. Esta fase da vida do sujeito corresponde a um papel social, que surge quase sempre simultâneo à puberdade e se caracteriza pela descoberta da identidade e definição da personalidade, num processo de crise, na qual se reformulam os valores adquiridos na infância e se assimilam numa estrutura mais madura. A adolescência é uma época de transição, não sendo por isso o comportamento dos adolescentes estável, concreto e definido, contudo, é possível identificar algumas propriedades específicas que o caracterizam, nomeadamente a irreverência, o espírito de contestação, e por vezes a vontade de mudar o mundo. (Elisabeth Salgado, 2007, s/p.)
A demarcação da faixa etária abarcada pelo período da adolescência resulta de uma construção social e cultural, variando, por isso, consoante o contexto em que é analisada. Por exemplo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde um adolescente é um indivíduo que se encontra entre os dez e vinte anos de idade, enquanto que no Brasil o estatuto de adolescente estabelece-se dos doze aos dezoito anos (Collor, 1990, s/p.). Apesar da diversidade constatada o grupo optou por um critério proveniente dos países de língua inglesa, que começou a ser utilizado no século XX, e que denomina os adolescentes de teenagers, jovens com idade compreendida entre os treze e os dezanove anos.


Relações com irmãos adolescentes
Sei que as relações entre irmão podem ser difíceis em alguns momentos. E talvez quando um deles está na adolescência seja um dos piores momentos.Pelo menos é o que acho agora que estou a passar por isso.Tenho uma irma de 14 anos e estamos a ter alguns problemas agora.

Quando falo em momentos difíceis, falo dos normais arrufos entre irmãos que sempre acontecem seja por causa de roupa, dos quartos, das saídas, dos amigos ou do embate entre personalidades.Claro que tudo isso acalma á noite quando eles estão a dormir calminhos.Aí percebemos que talvez sejamos completamente opostos, que talvez não os tivessemos escolhido se tivessemos hipótese, mas uma vez que não podemos escolher e temos que viver com eles, concluímos que não os trocaríamos por mais ninguém neste mundo.Acho que se passa isto com a maior parte da família.

Mas a adolescência da minha irmã está a ser particularmente difícil para nós.Primeiro porque somos completamente diferentes, depois porque as vezes esqueço-me qe também já passei por uma fase parecida e critico sem me lembrar disso.Na adolescência pareçe que o mundo acaba se não pudermos ter a roupa que queremos, se não impressionar-mos as pessoas que se dizem as nossas melhores amigas, se não fumarmos, se não sairmos, se não seguirmos um estereótipo, se não conseguirmos impressionar os rapazes.E apesar de já ter passado por algo parecido (embora a minha adolescência tenha sido algo particular) sinto que os tempos mudaram imenso nos sete anos que nos separam, tanto que agora tenho que aprender como funciona o mundo deles. E a minha irmã pensa que não a compreendo, e tem razão seja devido a eu já ter saído dessa fase ou dos tempos terem mudado.E sei que a maneira dela, pelos problemas dela (que para os mais crescidos podem parecem inofensivos) ela também sofre. E tenho que tentar ver isso.



Em que festa eu vou?

 

 

A adolescência é a fase dos desafios e das rebeldias, o período em que não sabemos realmente quem somos, mas sabemos perfeitamente quem gostaríamos de ser. A época em que todos ao redor são do contra.

 

 

Adolescência também é a fase em que se quer apenas um colo, um canto seguro e confortável para pensar na vida. E para o sexo feminino, ser adolescente é mais complicado ainda.

 

Além das espinhas, é preciso lidar com o convívio grupal do banheiro, as primeiras cólicas menstruais e com a dúvida de como conquistar aquele gatinho lindo que parece precisar de óculos.

 

Adolescência é também sinônimo de festa, diversão e amizade. Nada melhor então do que encontrar a turma numa balada, certo? Só não dá para esquecer que para fazer isso é preciso acertar um detalhe: o consentimento dos pais. Afinal de contas, ainda não se tem 18 anos.

 

E quem disse que pai sempre concorda com filho?

 

Se for pai de menina então, complicou!

 

Tem sempre aquele papo: “Filha minha garanhão não pega”.

 

Ariane Silva, 17 anos, tem uma história bacana para contar… com apenas 15 anos ela deu um jeito de driblar a mamãe Janine que, óbvio, não permitia que a filha saísse sozinha à noite.

 

 

“Queria muito ir naquela festa. Como minha mãe não deixou, resolvi pular a janela do quarto”.

 

 

 

A história parece coisa de novela, mas Ariane garante que aconteceu. A guria esperou todo mundo dormir, fez toda a produção quietinha no seu quarto e quando o relógio marcou onze da noite, saltou a janela. Como um é pouco e dois é bom, ela pulou mais uma, a janela da garagem:

 

 

“Quando saí de casa, minha vizinha Tayssa estava me esperando”.

 

 

O sacrifício todo foi para participar da tradicional Festa à Fantasia da Sociedade Atiradores, no bairro rural de Lomba Grande, em Novo Hamburgo.

 

Ariane lembra que adorou a festa, dançou e se divertiu muito. No entanto, a cabeça não descansou nenhum minuto. Imaginar o que a mãe faria se acordasse e percebesse que ela não estava em casa dava um frio na barriga.

 

Eram mais ou menos quatro horas da manhã quando ela voltou para casa, pulou as janelas novamente, deitou na cama e dormiu pensando sobre a experiência arriscada daquela noite.

 

O plano seria perfeito se a mãe de Tayssa não fosse comadre de dona Janine. Mas, como disse um engenheiro por aí, “crimes perfeitos não deixam suspeitos”. E esse não foi o caso da nossa aventureira:

“Minha mãe ficou furiosa! Depois que vi o estado dela me arrependi de ter saído escondida”.


Visitem em http://duvidasnaadolescencia.blogs.sapo.pt


Agora deixo-vos sobre o final de uma novela da sic "Podia Acabar o Mundo", onde o grande final se deu esta noite...

 



 

Afinal, o Mundo acabou mesmo, hoje!

 

 

 

Podia Acabar o Mundo que... eles acabariam felizes.Podia Acabar o Mundo”, a telenovela de Manuel Arouca, teve os seus últimos episódios a ir para o ar nesta última semana. Hoje, Sexta-Feira, dia 3 de Julho, a telenovela terminou.

Foram muitos os episódios que puseram em debate o amor de João (Afonso Lopes) por parte dos pais Vera (Joana Seixas) e Rodrigo (Diogo Morgado), este último que nutre sentimentos com Vitória (Cláudia Vieira). Também houve tempo para casamentos, amores proibidos e lutas conta a diferença e o preconceito, bem como tempo para a malvadez de Eduardo (Virgílio Castelo).

Podia Acabar o MundoHoje, pelas 23:55 horas, foi para o ar o último episódio de “Podia Acabar o Mundo” que prometeu grande emoção, muito suspense e drama, bem como as telenovelas da SIC habituaram os seus telespectadores. No penúltimo episódio algumas mortes foram anunciadas, contudo, o último episódio não seja excepção, com a morte daquele que realmente merece… ou seja, a morte esperada por muitos.

A telenovela pode não ter arrecadado as melhores audiências, mas o que é certo é que estes últimos episódios têm agarrado os telespectadores. Pelo Fórum Novelas Nacionais, elogia-se o penúltimo episódio que foi para o ar ontem (dia 2), referindo a excelente interpretação de Virgílio Castelo nas cenas de acção, nomeadamente e por exemplo, quando matou à mão armada, e muito “ descontraidamente, Silveira.

 

 

Podia Acabar o MundoPodia Acabar o MundoVirgílio CasteloCláudia Vieira

 
Podia Acabar o MundoPodia Acabar o Mundo
 

 

publicado por Rickymcdread às 04:31
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