Domingo, 23 de Agosto de 2009

A desgraça que vitimou vária pessoa na praia Maria Luiza em Albufeira e o falecimento do actor Morais e Castro!!!

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Agora deixo-vos com duas noticias um pouco tristes...

 

 

Começo com a noticia da praia Maria Luisa em Albufeira e do desabemento de uma arriba que provocou vários mortes no dia de ontem...

 

Tragédia mata uma família do Porto no último dia de férias no Algarve

 

Derrocada de arriba na praia Maria Luísa, em Albufeira, no Algarve, fez cinco vítimas mortais

 

O desmoronamento de uma arriba na praia Maria Luísa, em Albufeira, Algarve, matou cinco pessoas. Quatro eram da mesma família e viviam no Porto. A quinta era uma mulher de 37 anos, de Coimbra. Deixa uma filha de 11 anos.

 

As causas da tragédia, que provocou ainda três feridos - dois ligeiros (uma mulher de 30 anos e uma jovem de 16) e um grave (um homem de 24 anos) -, estão ainda por apurar, mas, segundo informações avançadas pelas autoridades marítimas pode ter havido uma conjugação de dois factores: por um lado, o sismo que na terça-feira se fez sentir na região do Algarve (4.2 na escala de Richter); por outro, as marés vivas que estão a atingir a costa algarvia.

 

 
 
foto Luis Miguel Ferreira/AP
Tragédia mata uma família do Porto no último dia de férias no Algarve
A derrocada atingiu oito pessoas: cinco morreram e três ficaram feridas, uma delas com gravidade
 
 

 

No último dia de férias, a tragédia abateu-se sobre a família Fonseca, residente na freguesia de Ramalde, Porto: quatro dos cinco mortos são marido, mulher e duas filhas. António José Baptista Mota da Fonseca, Anabela Fonseca, Rita Fonseca e Mariana Fonseca tinham, respectivamente, 59 anos, 57, 31 e 26. A família encontrava-se há cerca de duas semanas de férias na zona de Albufeira, na casa de José Dantas, conhecido médico do Porto, contou, ao JN, Manuel Maio, presidente da Junta de Freguesia de Ramalde e amigo da família e do médico.

 

A quinta vítima mortal é uma mulher de 37 anos, residente em Coimbra. Foi resgatada das pedras por populares ainda com vida e viria a falecer no Hospital de Faro. António Fonseca ainda foi reanimado no local, mas viria a morrer na ambulância, vítima de paragem cardiorrespiratória.

 

 
 
foto Direitos reservados
Tragédia mata uma família do Porto no último dia de férias no Algarve
Era frequente as pessoas procurarem sombra na rocha, apesar da placa a avisar para o perigo
 
 

 

O ferido grave, Vitor Sousa, de 24 anos, era namorado de uma das filhas de António Fonseca, ex-director desportivo do Boavista. O jovem foi sujeito a uma intervenção cirúrgica a uma perna no Hospital de Faro e não tinha sido, até cerca das 23 horas, informado da morte da namorada e da respectiva família. "Ele já perguntou por eles e achou estranho ninguém ir visitá-lo ao hospital", confidenciou, ao JN, Manuel Maio.

 

A notícia da tragédia chegou a Ramalde por uma funcionária de uma instituição onde era educadora de infância Anabela Fonseca. Logo Manuel Maio, conhecedor do facto de a família estar de férias no Algarve, naquela zona, temeu o pior.

 

Ligou para os telemóveis das quatro vítimas. Três não davam sinal. E apenas o telefone de António Fonseca tocou. Aliás, terá mesmo sido atendido por um polícia quando a vítima estava a ser transportada para o hospital.

 

"Foi aí que percebemos a dimensão da tragédia", conta Manuel Maio, que trabalhou de perto com duas das vítimas: a mulher, educadora de infância na Junta, e uma das filhas, Rita, psicóloga na mesma autarquia. A irmã, Mariana, era jurista.

 

O desabamento de cerca de metade da rocha, com uma altura aproximada de 15 metros, ocorreu cerca das 11.50 horas,numa altura em que a praia estava cheia. O alerta para as autoridades foi dado cinco minutos depois pelos populares.

 

Conceição Cardoso, 42 anos, estava a poucos metros do local do acidente com os filhos de nove e 15 anos. "Ouvi um estrondo muito grande, havia uma nuvem de pó castanha, pedras a cair, as pessoas todas a gritar, a chamar pelos filhos", contou, admitindo que "ninguém podia esperar que uma desgraça destas acontecesse".

 

Carlos Pereira, 36 anos, residente em Santa Maria da Feira, foi uma das muitas pessoas que correu a ajudar e a tentar socorrer as pessoas que tinham ficado presas nas pedras. "Quando vimos o braço de uma senhora, começámos a tentar tirar a pedra. Devia pesar mais de uma tonelada. Juntámo-nos mais de 15 homens e empurrámos a pedra. A senhora estava toda partida. Só se ouvia a sua respiração".

 

A resposta das dezenas de populares que acorreram de imediato à zona sinistrada foi determinante no socorro das vítimas.

 

Os primeiros corpos foram retirados cerca das 13 horas. Havia a informação de que podia haver mais duas pessoas soterradas, incluindo crianças. A subida da maré dificultou as operações de resgate e só cerca das 18 horas foram retirados os outros três corpos. As operações continuaram até cerca das 21.20 horas, altura em que foram suspensas. Não deverão ser reatadas hoje, uma vez que tudo indica que não haverá mais pessoas desaparecidas.

 

A praia Maria Luísa ocupa uma faixa costeira de cerca de 25 metros e é considerada uma zona de risco. A pedra onde aconteceu a tragédia é normalmente utilizada pelos veraneantes por causa da sombra que proporciona. Veraneantes que ignoram a placa que foi afixada na formação rochosa há um ano e meio que alerta em várias línguas para o facto de tratar-se de uma zona de perigo. Aquela zona tinha sido inspeccionada por técnicos da Administração Regional Hidrográfica na última sexta-feira, mas não foram detectadas anomalias.

Concluídas as buscas na praia de Maria Luísa

 
 
foto PEDro ivo Carvalho/JN
Concluídas as buscas na praia de Maria Luísa
Equipas de socorro estão na praia Maria Luísa
 
 

 

Estão concluídas as buscas na praia Maria Luísa, em Albufeira, no Algarve. Está confirmada a morte de cinco pessoas e as autoridades admitem retomar os trabalhos caso se perceba que há mais alguém desaparecido. Praia mantém-se aberta até domingo, altura em que será demolida a parte da arriba que não caiu. 

 


 

Aas buscas foram terminadas porque "toda a área onde caíram os desprendimentos da arriba foi batida e não deve haver mais vítimas no local", disse Marques Pereira, que comanda as operações. Segundo o responsável, a hipótese de a maré ter levado um corpo "foi acautelada" porque "foi feito balizamento no mar com redes".

 

A área onde ocorreu a derrocada, de acordo com o comandante Marques Pereira, vai ficar interdita até domingo, altura em que será demolida a parte da arriba que não caiu. A zona balnear vai continuar aberta.

 
 
foto VIRGILIO RODRIGUES/LUSA
Concluídas as buscas na praia de Maria Luísa
Uma das vítimas socorrida na praia
 
 

 

O balanço final do acidente, de acordo com o comandante distrital de operações de socorro de Faro, Vaz Pinto, é de cinco mortos, dois feridos ligeiros e um grave. Os mortos, segundo Vaz Pinto, são de nacionalidade portuguesa e as autoridades concentram-se agora na sua identificação por familiares.

 

As vítimas são: um homem de 60 anos, que faleceu a caminho do hospital, uma mulher de 38 anos que estava em estado crítico no Hospital de Faro e mais três mulheres que estavam soterradas, duas delas com menos de 25 anos e outra na casa dos 50, segundo fonte do Inem.

 

Entre as cinco vítimas mortais, precisou o comandante da Protecção Civil de Faro, Vaz Pinto, encontrava-se um homem que morreu no transporte para a ambulância devido a um problema cardíaco, um mulher que faleceu no hospital, para onde foi transportada gravemente ferida, e três corpos do sexo feminino resgatados debaixo dos escombros da arriba.

 

O responsável do INEM do Algarve, Richard Glied, garantiu que as vítimas que ficaram soterradas "não tinham hipótese de sobrevivência", mesmo que tivessem sido assistidas com todos os meios logo após o acidente.

 

Richard Glied deu assim a entender que estas três vítimas, todas mulheres, morreram devido aos ferimentos provocados pela derrocada.

 

No hospital de Faro, está um homem de 24 anos, não 35 anos como inicialmente havia sido avançado, que foi operado a uma das pernas, mas não corre risco de vida. Há ainda mais dois feridos ligeiros.

 

No segundo briefing, desde o acidente, o comandante das operações (CDOS), Vaz Pinto, admitiu que "há alguma dificuldade devido à maré".

 
 
foto Leitor JN
Concluídas as buscas na praia de Maria Luísa
Foto enviada por um leitor da alegada placa de aviso na rocha que desabou
 
 

 

"Um dos doentes graves que foi para Faro, uma senhora, também morreu", elevando para duas as vítimas mortais até ao momento", reconheceu o director regional do INEM, Richard Glied.

 

O comandante Vaz Pinto já havia admitido que os corpos estavam num local "em que as condições de sobrevivência são reduzidas", e onde se encontravam desde que caiu a arriba às 11:50.

 

A informação que o JN avançou anteriormente, de que, segundo um relato no local , logo nos primeiros minutos após a derrocada, um cidadão espanhol foi resgatado com vida de entre as rochas da falésia que se soltaram, não veio a confirmar-se.

 

Perigo na falésia

 

O presidente da Câmara de Albufeira, Desidério Jorge Silva, garantiu que no local existia um sinal, bastante visível, a alertar para o perigo da falésia.

 

Máquinas retroescavadoras e equipamentos pesados estão a auxiliar nas buscas e na contenção das arribas, disse à Lusa o comandante Marques Pereira, da Capitania de Faro.

 

"Estão no terreno elementos da protecção civil, da Autoridade Marítima, dos Bombeiros, do INEM" a dar apoio aos feridos e a avaliar toda a situação.

 

No local estão seis ambulâncias, duas VMER e uma viatura de intervenção em catástrofes.

 

De acordo com a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), o Presidente da República está no local do acidente bem como o secretário de Estado da Protecção Civil, o presidente da Câmara Municipal de Albufeira e o Comandante de Operacional Distrital de Socorro de Faro.

 

A derrocada gerou algum pânico, uma vez que o incidente aconteceu às 11h50 quando a praia está habitualmente com muita gente.

 

Virgílio Rodrigues, que estava na praia, contou à Agência Lusa que uma parte da falésia desabou e que as rochas se estendem até ao mar. Na sequência do acidente, "há pessoas soterradas que estão a ser retiradas por elementos do INEM".

A praia Maria Luísa situa-se entre Olhos de Água e Santa Eulália.

 

Praia Maria Luísa perde bandeira azul

A bandeira foi arriada esta manhã, por ordem das autoridades marítimas, e assim irá permanecer enquanto não for destruído o que resta da falésia que, ontem, sofreu uma derrocada e matou cinco pessoas.

 


Aqui vos deixo as fotos da praia Maria Luiza em Portimão antes da derrocada...



http://www.vivendascandeias.com/pimg/praias/PraiaMariaLuisa01.jpg


http://www.geocities.com/albufeira_v3/Imagens/Praia_Maria_Luisa_02.JPG


http://www.geocities.com/albufeira_v3/Imagens/Praia_Maria_Luisa_01.JPG



Albufeira: Queda de rochas fez cinco mortos e três feridos

“Falésia caiu e engoliu as pessoas” (COM VÍDEOS)

 

VÍDEOS (Imagens de vídeo-amadores transmitidas pela RTP)

 

 



 

Agora deixo-vos com outra noticia do falecimento do actor Morais e Castro...

 


Faleceu Morais e Castro

Faleceu Morais e Castro, um intelectual ao serviço da cultura e do povo português.


actor

 

 

De acordo com o comunicado enviado à TVNET, o actor Morais e Castro, de 69 anos, faleceu na tarde deste sábado, no Instituto Português de Oncologia, em Lisboa, onde se encontrava internado.

 


 

Nascido em Lisboa a 30 de Setembro de 1939, José Armando Tavares de Morais e Castro destacou-se como actor e encenador. Estreou-se como actor no Teatro Gerifalto, contracenou com os melhores actores da sua geração, como Armando Cortez, Carmen Dolores ou Ruy de Carvalho. Foram mais de 50 anos de carreira.

 


 

O seu trabalho na televisão também ficou conhecido, tendo participado em várias novelas e séries. Mais recentemente popularizou-se como professor na série "As Lições do Tonecas".

 


 

Era licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, pelo que também exerceu advocacia. Era um activo militante e dirigente do Partido Comunista Português, chegando a receber Álvaro Cunhal em casa de seus pais quando o histórico comunista fugiu do Forte de Peniche.

 


 

Morais e Castro, que dentro de um mês completaria 70 anos de idade, era militante do PCP, "ao qual aderiu ainda muito jovem, tendo assumido altas responsabilidades de apoio à direcção do Partido antes e depois da Revolução de Abril", pode ler-se na nota enviada à TVNET.

 


 

Sócio fundador do Sindicato dos Trabalhadores de Espectáculos, integrou desde a Revolução de Abril o Sector Intelectual da Organização Regional de Lisboa do PCP, de cuja direcção continuava a fazer parte. Candidato pelas listas da CDU a Lisboa nas próximas eleições autárquicas, era actualmente eleito na Assembleia de Freguesia dos Anjos.

 


 

O corpo de Morais e Castro encontra-se, a partir das 20h00 de hoje, no Palácio das Galveias em Lisboa, realizando-se amanhã, domingo, ás 15h30, o seu funeral no cemitério do Alto de São João. 

 

 

A vida de Morais e Castro em Biografia...

 


 

moraisecastro_200
José Armando Tavares de Morais e Castro nasceu em Lisboa a 30 de Setembro de 1939.

 

Actor experimental do Grupo Cénico do Centro 25 da Mocidade Portuguesa, enquanto estudante liceal. Estreia-se profissionalmente no Teatro do Gerifalto, dirigido por António Manuel Couto Viana na peça A Ilha do Tesouro (1956). Em 1958 estreia-se na televisão em O Rei Veado de Carlo Gozzi, realizado por Artur Ramos. Ainda no Teatro do Gerifalto, integrou o elenco de variadas peças, como O Fidalgo Aprendiz de Francisco Manuel de Melo ou Os Velhos Não Devem Namorar de Afonso Castellau. Em 1960 trabalha junto de Laura Alves. Em 1961 estreia-se na encenação, dirigindo no Cénico de Direito, O Borrão de Augusto Sobral, premiado no Festival de Teatro de Lyon desse ano. Estreia-se no cinema, com Pássaros de Asas Cortadas de Artur Ramos (1962).

 

Integrou o Teatro Moderno de Lisboa, de 1961 a 1965, participando em O Tinteiro de Carlos Muñiz ou Humilhados e Ofendidos de Dostoievski onde obtém grande sucesso. Neste período contracenou com actores como Armando Cortez, Fernando Gusmão, Carmen Dolores ou Ruy de Carvalho. Em 1968 é co-fundador do Grupo 4 no Teatro Aberto, juntamente com Irene Cruz e João Lourenço e aí representou autores como Peter Weiss, Bertolt Brecht, Max Frisch, Peter Handke ou Boris Vian. Aí encenou também É preciso continuar de Luiz Francisco Rebello. Em 1985 em faz a comédia Pouco Barulho, com Nicolau Breyner, passsando depois pela Companhia Teatral do Chiado, onde ao lado de Mário Viegas participou em À Espera de Godot de Samuel Beckett. Em 2004 a sua interpretação em O Fazedor de Teatro de Thomas Bernard com Joaquim Benite na Companhia de Teatro de Almada valeu-lhe a Menção Honrosa da Crítica. Foi ainda presença regular em novelas e séries, durante a década de 80 e 90. Popularizou-se como professor na série As Lições do Tonecas (1996/1998).

 

Morais e Castro é licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa (1964), exercendo também a advocacia.

publicado por Rickymcdread às 01:40
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