Sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

Um arrepiante post de dia das Bruxas (Halloween de 31 de Outubro de 2009)!!!

Pessoal hoje é a grande noite de Halloween, não percam no fim deste post o destaque aos meus blogs dos MCA e não só...

 

 

Hoje vou fazer um post mega arrepiante como o Dia Das Bruxas assim o exige...

 

 

Dia de Halloween...

 

 

Começo com algo arrepiante, os góticos e tudo o que tem a ver com este estilo...

 

 

 

 

A maldição...

 

 

 

Os livros das trevas...

 

 

 

 

 

 

Quem são estes seres góticos e as bruxas e bruxarias?

 

Bruxaria

 

 

Bruxaria. S. f. 1. Ação maléfica atribuída a bruxos ou magos; magia negra. 2. Acontecimento que, a falta de explicação, se atribui superticiosamente a artes diabólicas ou a espíritos sobrenaturais. [Sin. (bras. na maioria), nestas acepç: bagata, bozó, bruxedo, caborje, carochas, coisa-feita, despacho, feitiçaria, feitiço, fungu macumba, malfeito, mandinga, mandraca, mandraquice, mocô ou mocó, mundrunga, pajelança, sacaca, salgação, sortilégio, trabalho.] 3. P. ext. V. magia (1).

Bruxa. [De uma base pré-romana *brouxa]. S. f. 1. Mulher que faz bruxarias; feiticeira, maga, mágica; As bruxas eram perseguidas e castigadas pela Inquisição. 2. P. ext. Mulher feia e/ou rabugenta; bruaca, canhão, carcaça, coruja, cuca, jabiraca, medusa, megera muxiba, seresma, serpe, serpente, urucaca, xaveco. 3. Bras. Boneca de pano. 4. Pavio de lamparina. 5. Bras. Mariposa (1). 6. Bras., BA. Pop. Tipo de borboleta preta.

Magia. S. F. Religião dos Magos; arte de produzir por meio de certos atos e palavras efeitos contrários às leis naturais; ciência oculta; feitiçaria; bruxaria.

"Novo dicionário da língua portuguesa"



Quando se ouve falar em magia logo se imagina um homem ou mulher em roupas pretas, varinhas mágicas, cozinhando em um caldeirão borbulhante. Esse nome também está associado aos amuletos, rituais satânicos e outras supertições criadas pelo cristianismo. 
Seria desonesto negar que a magia faz uso de alguns instrumentos, mas da forma como lhe foi imposto.

A magia é única, o se poder é que pode ser direcionado de algumas formas. Isso é o que nos dá a ilusão de que pode ser classificada. Mas o mundo mágico é algo tão complexo que os especialistas tentaram dividi-lo muito mais para satisfazer a mente limitada do homem



DIVISÕES SUPERFICIAIS DA MAGIA



BRANCA- é aquela que podemos chamar de pura. Que se utiliza do Poder apenas para fins que estejam de acordo com a ordem natural. A magia da fertilidade, da cura, das artes divinatórias e até mesmo para invocação de chuva.



VERMELHA- é a mais egoísta. Para obter a quilo que deseja, pode-se fazer aliança com as forças menos recomendáveis: os espíritos. Esse tipo de magia é mais recente e começou a surgir no período medieval, quando a própria religião encarregou-se de implantar a idéia da existência de demônios e espíritos malévolos, elementais( gnomos, silfos etc.) Aqueles que não aceitam submeter-se a eles, trataram de encontrar formas de domina-los .



NEGRA- Nasceu de uma reação à primeira grande repressão à magia, tanto da Igreja, quanto dos governos dos países onde se origina. A Magia Negra é a mais execrável de todas as magias, cujo único protagonista é Satanás, príncipe de todos os demônios. Seu objetivo é sempre através de pactos com esse obscuro ser, conseguir realizar seus desejos. 


HISTÓRIA DAS BRUXAS



O significado da bruxaria: um profundo amor ao próximo, pois, segundo as bruxas, todos fazemos parte de uma mesma energia. "Não permitirás que uma bruxa viva" diz o Êxodos (XXII, 18). Esta e outras admoestações bíblicas definiram as bruxas e prescreveram o seu destino. Uma bruxa ou feiticeiro é alguém em ligação com Satanás, o Mal em pessoa, o espírito que se rebelou contra Deus.
Hoje é retratada como uma velha num vestido preto, com um chapéu pontiagudo e montando uma vassoura à Lua Cheia. As crianças vestem-se assim no Carnaval ou no Halloween. Hollywood, por outro lado, conjurou imagens de mulheres bonitas com poderes paranormais ocultos e um instinto psicótico. "Pagãos" ou religiões anti-cristãs da Nova Era, são muitas vezes identificadas com bruxas e feiticeiros porque alguns cristãos pensam que praticam bruxarias ou porque algumas dessas religiões afirmam praticar mágicas ou "o trabalho". Alguns dos membros destes grupos referem-se a si mesmos como bruxas e warlocks (bruxas machos). Alguns auto-intitulam-se feiticeiros e adoradores de Satanás.
Muitos dos bruxos e feiticeiros da Nova Era não adoram Satanás, e são associados com o oculto ou com tentativas de restabelecer religiões naturais que os seus membros associam a religiões antigas pagãs, como a céltica. Uma das mais espalhadas é a Wicca. As bruxas da mitologia cristã eram conhecidas por terem sexo com Satanás e usar os seus poderes para fazer o mal
Os poderes dos inquisidores eram tão grandes, as suas torturas tão variadas e sádicas, que as vitimas acreditavam que estavam realmente possessas.
As crueldades duraram séculos. A caça às bruxas só foi abolida em Inglaterra em 1682. A caça nos EUA teve o seu pico em 1692, em Salem, Massachusetts, onde dezenove bruxas foram enforcadas. A ultima execução judicial teve lugar na Polônia 1793. A ultima tentativa de execução teve lugar na Irlanda em 1900 quando dois camponeses tentaram queimar uma bruxa na sua lareira.
Ninguém sabe quantas bruxas, heréticos ou feiticeiros foram torturados ou queimados pela Inquisição, mas o medo que criou afetou toda a Cristandade. Ser acusado de ser uma bruxa era igual a ser condenado. Negá-lo era provar a sua culpa: claro que uma bruxa dirá que não o é, e que não acredita em bruxarias. Lancem-na ao rio! Se afogar então não é uma bruxa; se nadar, então saberemos que é bruxa e que o Diabo a ajuda. Tirem-na da água e queimem-na, pois a Igreja não gosta de verter sangue! 

WICCA 


Wicca , é um sinônimo para Bruxaria Moderna. Ou seja, Wicca é uma religião suave e voltada à harmonia com a Natureza, dedicada à Deusa e ao Deus. Seus praticantes são chamados de wiccans, ou bruxas. Pagão também é utilizado.

"FAZ O QUE QUISERES DESDE QUE NÃO FAÇAS MAL"
"TUDO QUE SE FAZ RETORNA EM TRIPLO"

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Atualmente, ser uma bruxa continua sendo sinônimo de ser uma pessoa adoradora de Satã, de uma pessoa primitiva, perturbada e louca. E isso foge da realidade. Uma bruxa, é uma pessoa em sintonia com a Natureza, que entende de ervas, plantas, que gosta dos animais, que procura não prejudicar as pessoas nem a si mesma. Hoje em dia, as pessoas procuram na bruxaria uma forma de se sentirem poderosas, temidas. Esse mito foi criado na época de Inquisição, e é estranho como a maioria das pessoas continuam a acreditar que bruxas matam crianças, que tem relações com o diabo, entre outras baboseiras do gênero...



Segundo as bruxas, estes são os critérios para diferenciar bruxaria de satanismo: 

» As bruxas usam o pentáculo com a ponta pra cima. Os satanistas invertem-no com a ponta pra baixo, tal como invertem o crucifixo.

» As bruxas nunca usam um crucifixo para qualquer fim, seja na posição correta ou invertido.

» Nunca usamos o número 666.

» Não sacrificamos animais para qualquer fim.

» Jamais fazemos às avessas nada que esteja ligado a fé cristã. Especificamente, não dizemos o Pai-Nosso de trás pra frente.

» Não celebramos Missas negras ou qualquer outra cor de missa.

» Não usamos artefatos cristão e, portanto, não precisamos arrombar igrejas cristãs para roubá-los.

» Não usamos crianças em nossos rituais. Quando nossos filhos participam em cerimônias da Arte, fazem-no nos mesmos termos dos adultos.

» Não causamos dano físico a quem quer que seja, nem projetamos danos em outros.

» Não recrutamos ou fazemos proselitismo (para quem não sabe, é o termo utilizado quando uma pessoa abraça uma religião diferente da sua). Portanto, não convencemos ninguém a mudar de religião e tornar-se pagão).

 

 

 

 

 

 

O conteudo da Biblia Satânica...

 

Bíblia Satânica

 

Série temática sobre o
Satanismo de LaVey
Organização
Igreja de Satã
Símbolos
Baphomet
História
Satanismo
Livros, Publicações e Portais
Bíblia Satânica
Rituais satânicos
Bruxaria satânica
Satã fala!
The Church of Satan
A vida secreta de um Satanista
Portal do Satanismo
Satanistas proeminentes
Anton LaVey
Blanche Barton
Peter H. Gilmore
Peggy Nadramia
Divindades símbolicas
Satanás
Lúcifer
Beliel
Leviatã
Conceitos
LaVey Synthesizer Clock
Revisionismo Pentagonal
Conceitos relacionados
Materialismo
Individualismo
Caminho da Mão Esquerda
Maioridade moral
Satanismo


A Bíblia Satânica (The Satanic Bible) é um livro escrito pelo satanista Anton LaVey em 1969. Contêm uma coleção de ensaios, observações e rituais mágicos que formam a base do Satanismo de LaVey que enfatiza Satã como uma força da Natureza.

Na introdução do livro, LaVey opina contra algumas práticas ocultistas:

Este livro foi escrito porque, com muitas poucas exceções... Escritor após escritor, no esforço de apresentar os princípios da “magia branca e negra”, tiveram sucesso em obscurecer o conjunto em questão tão prejudicialmente que o estudante de magia dá asas a estupidez, empurrando uma prancheta sobre uma tábua de Ouija, ficando em pé dentro de um pentagrama esperando um demônio se apresentar a ele, facilmente lançando I-Ching de modo pomposo como muitos antigos pretensiosos... em geral fazendo papel de tolo para si aos olhos daqueles que realmente conhecem. (Prefácio do livro A Bíblia Satânica)

A Bíblia Satânica revela o verdadeiro satanismo e despreza técnicas ocultistas onde o satanista se protege contra a entidade que irá invocar. Os denuncia como pretensos satanistas, mas não conhecem realmente. Afirma que um satanista verdadeiro não se esconde por detrás de um pentagrama e revela o que um satanista de fato não faz preces de invocação e não invoca uma entidade como se faz nos terreiros e ainda o denomina seu "Santo". Esclarece que os tais são satanistas, mas sob uma capa de "magia branca" que os torna meros repetidores de dogmas do cristianismo, sem o serem. A esses, o verdadeiro satanista escarnece, pois o a Bíblia Satânica afirma dos tais que eles temem invocar entidades infernais, apenas invocando espíritos que podem ser aprisionados, quando o verdadeiro satanista não aprisiona ou se protege da entidade que invoca, ele vive em comunhão com a mesma.

A Bíblia Satânica relata que “Lúcifer ascendeu”, mais uma vez para proclamar que "esta é a época de Satã!” e que “mostrará que a salvação do homem depende da sua própria contradição”. Afirmando que essa é uma revelação do que denomina a “Palavra da Matéria” e elucida que a vida é uma “preparação para todo e qualquer deleite eterno”.

Denúncia infernal

No Livro, Satã faz a "Denúncia Infernal", onde afirma que “O demônio tem sido atacado pelos homens de Deus” e que “nunca há uma oportunidade... para o Príncipe das Trevas responder do mesmo modo”, além de denunciar que, sem seu “satânico inimigo”, as várias religiões que professam Deus “entrariam em colapso”.

Continua a denúncia afirmando:

“Nestes séculos todos de maledicência que o Demônio tem recebido, ele nunca revidou seus infamadores... mas agora ele sente que é hora de replicar”.

Conclama à leitura e aprendizado da sua “Lei”.

Livro de Satã

Entre os livros da sua "Lei", apresenta o livro de Satã, onde na Parte I discorre onze itens que estabelece dogmas como: “Morte ao fraco, saúde ao forte!”, e proclama a força de Satã: “escute-me que confundirei multidões extasiadas!”; e estabelece como enfrentará o combate contra Deus, afirmando que irá “questionar as leis do homem e de Deus!"

"Eu exigirei as razoes da sua regra de ouro e perguntarei a origem e a finalidade dos seus dez mandamentos”.

LaVey revela que o satanismo puro vai além de rituais com pentagramas e se contrapõem a toda forma de adoração. Estabelece o Livro de Satã:

“Aquele que disser que você precisa se curvar a mim é o meu inimigo mortal!”

Satã insulta aos cristãos e o seu Cristo:

“Eu mergulhei o meu dedo indicador no sangue úmido do seu impotente e louco redentor, e escrevi na borda da sua coroa de espinhos: O verdadeiro príncipe do mal - o rei dos escravos!”

O livro de Satã estabelece que “todas as convenções” que bloqueiam o sucesso de Satã foram “bloqueadas”. E declara que já foi vitorioso contra Jesus, a quem chama Jeová, declarando:

“Eu olhei abismado o olho vítreo do seu apavorante Jeová, e arranquei-o pela barba; eu elevei o machado das cinzas e abri um caminho na sua caveira comida de vermes!”

Na parte dois afirma que o crucifixo simboliza incompetência, e “questiona os dogmas morais”. Ensina como o satanista deve proceder:

“Nenhum credo deve ser aceito sobre a autoridade de uma "divina" natureza. Religiões devem ser colocadas em debate. Nenhum dogma moral pode ser tomado como absoluto.”

A dica para o satanista é que os dogmas foram criado pelo homem e “aquilo que o homem pode criar, o homem pode destruir!”

Estabelece uma obrigação ao satanista: “Ascender o novo homem... para levá-lo ao sucesso material”.

Afirmando ser seu oponente os dogmas do cristianismo e os dogmas morais, o que classifica como “mentira”. Esclarece qual o combate mais difícil de vencer:

“A mentira que tem sido inculcada na criança desde pequena no joelho da mãe - é mais perigosa de combater do que contra a sorrateira pestilência!"

Na Parte III do livro de Satã, estabelece questionamentos:

"Por que eu não deveria odiar os meus inimigos [?]... Não somos todos nós animais predatórios por instinto? Se os homens pararem de depredar os outros, eles poderão continuar a existir?... não é a desprezível filosofia da pessoa servil que vira as costas quando chutado? E conclui com princípios: “Odeie seus inimigos... atinja-o dilacerando e desmembrando-o, pois autopreservação é a lei suprema! Quem mostra a outra face é um cão covarde!”

Na Parte IV do livro de Satã, proclama contra existência de um “céu de glória radiante” e contra a existência de um “inferno onde os pecadores queimam”, e adverte: "Aqui e agora é nosso dia de júbilo!" Reafirmando que não há um redentor vivo, pois segundo Satã, o homem deve dizer: "Eu sou o meu próprio redentor".

Na Parte V faz um arrazoado sobre bênçãos e maldições. Onde abençoa os “fortes”, e amaldiçoa os “submissos na honradez... que serão pisados sobre a representação de Satã!”; abençoa os “vitoriosos”, e amaldiçoa os “pobres de espírito”; abençoados os “destruidores da falsa esperança” afirmando que “eles são os verdadeiros Messias”, e amaldiçoa os “adoradores de Deus”; abençoa os “valentes” e amaldiçoa os que acreditam existir o “bem e o mal”; abençoa os que “pensam no que é melhor para si” e amaldiçoa as "ovelhas de Deus". Segundo o livro os amaldiçoados ficam na posição “daqueles que ensinam mentiras por verdades e verdades por mentiras”, e os abençoados são os que tem uma “mente poderosa”.

 

 

 

 

O significado do dia da Bruxas e as suas crenças...

 

 

 

O Dia das Bruxas (Halloween é o nome original na língua inglesa) é um evento tradicional e cultural, que ocorre nos países anglo-saxônicos, com especial relevância nos Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Reino Unido, tendo como base e origem as celebrações dos antigos povos(não existe referências de onde surgiram essas celebrações)

História

 

 

 

Um cartão comemorativo do Halloween.

A origem do halloween remonta às tradições dos povos que habitaram a Gália e as ilhas da Grã-Bretanha entre os anos 600 a.C. e 800 d.C., embora com marcadas diferenças em relação às atuais abóboras ou da famosa frase "Gostosuras ou travessuras", exportada pelos Estados Unidos, que popularizaram a comemoração. Originalmente, o halloween não tinha relação com bruxas. Era um festival do calendário celta da Irlanda, o festival de Samhain, celebrado entre 30 de outubro e 2 de novembro e marcava o fim do verão (samhain significa literalmente "fim do verão" ).

A celebração do Halloween tem duas origens que no transcurso da História foram se misturando:

 

 

Origem Pagã

A origem pagã tem a ver com a celebração celta chamada Samhain, que tinha como objetivo dar culto aos mortos. A invasão das Ilhas Britânicas pelos Romanos (46 A.C.) acabou mesclando a cultura latina com a celta, sendo que esta última acabou minguando com o tempo. Em fins do século II, com a evangelização desses territórios, a religião dos Celtas, chamada druidismo, já tinha desaparecido na maioria das comunidades. Pouco sabemos sobre a religião dos druidas, pois não se escreveu nada sobre ela: tudo era transmitido oralmente de geração para geração. Sabe-se que as festividades do Samhain eram celebradas muito possivelmente entre os dias 5 e 7 de novembro (a meio caminho entre o equinócio de verão e o solstício de inverno). Eram precedidas por uma série de festejos que duravam uma semana, e davam início ao ano novo celta. A “festa dos mortos” era uma das suas datas mais importantes, pois celebrava o que para nós seriam “o céu e a terra” (conceitos que só chegaram com o cristianismo). Para os celtas, o lugar dos mortos era um lugar de felicidade perfeita, onde não haveria fome nem dor. A festa era celebrava com ritos presididos pelos sacerdotes druidas, que atuavam como “médiuns” entre as pessoas e os seus antepassados. Dizia-se também que os espíritos dos mortos voltavam nessa data para visitar seus antigos lares e guiar os seus familiares rumo ao outro mundo.

 

 

Origem Católica

Desde o século IV a Igreja da Síria consagrava um dia para festejar “Todos os Mártires”. Três séculos mais tarde o Papa Bonifácio IV († 615) transformou um templo romano dedicado a todos os deuses (panteão) num templo cristão e o dedicou a “Todos os Santos”, a todos os que nos precederam na fé. A festa em honra de Todos os Santos, inicialmente era celebrada no dia 13 de maio, mas o Papa Gregório III(† 741) mudou a data para 1º de novembro, que era o dia da dedicação da capela de Todos os Santos na Basílica de São Pedro, em Roma. Mais tarde, no ano de 840, o Papa Gregório IV ordenou que a festa de Todos os Santos fosse celebrada universalmente. Como festa grande, esta também ganhou a sua celebração vespertina ou vigília, que prepara a festa no dia anterior (31 de outubro). Na tradução para o inglês, essa vigília era chamada All Hallow’s Eve (Vigília de Todos os Santos), passando depois pelas formas All Hallowed Eve e “All Hallow Een” até chegar à palavra atual “Halloween”.

Etimologia

Posto que, entre o pôr-do-sol do dia 31 de outubro e 1° de novembro, ocorria a noite sagrada (hallow evening, em inglês), acredita-se que assim se deu origem ao nome actual da festa: Hallow Evening -> Hallowe'en -> Halloween. Rapidamente se conclui que o termo "Dia das bruxas" não é utilizado pelos povos de língua inglesa, sendo essa uma designação apenas dos povos de língua (oficial) portuguesa.

Outra hipótese é que a Igreja Católica tenha tentado eliminar a festa pagã do Samhain instituindo restrições na véspera do Dia de Todos os Santos. Este dia seria conhecido nos países de língua inglesa como All Hallows' Eve.

A relação da comemoração desta data com as bruxas propriamente ditas teria começado na Idade Média no seguimento das perseguições incitadas por líderes políticos e religiosos, sendo conduzidos julgamentos pela Inquisição, com o intuito de condenar os homens ou mulheres que fossem considerados curandeiros e/ou pagãos. Todos os que fossem alvo de tal suspeita eram designados por bruxos ou bruxas, com elevado sentido negativo e pejorativo, devendo ser julgados pelo tribunal do Santo Ofício e, na maioria das vezes, queimados na fogueira nos designados autos-de-fé.

Essa designação se perpetuou e a comemoração do halloween, levada até aos Estados Unidos pelos emigrantes irlandeses (povo de etnia e cultura celta) no século XIX, ficou assim conhecida como "dia das bruxas", uma lenda histórica.

Actualmente

Se analisarmos o modo como o Halloween é celebrado hoje, veremos que pouco tem a ver com as suas origens: só restou uma alusão aos mortos, mas com um carácter completamente distinto do que tinha ao princípio. Além disso foi sendo pouco a pouco incorporada toda uma série de elementos estranhos tanto à festa de Finados como à de Todos os Santos.

Entre os elementos acrescidos, temos por exemplo o costume dos “disfarces”, muito possivelmente nascido na França entre os séculos XIV e XV. Nessa época a Europa foi flagelada pela Peste Negra e a peste bubônica dizimou perto da metade da população do Continente, criando entre os católicos um grande temor e preocupação com a morte. Multiplicaram se as Missas na festa dos Fiéis Defuntos e nasceram muitas representações artísticas que recordavam às pessoas a sua própria mortalidade, algumas dessas representações eram conhecidas como danças da morte ou danças macabras.

Alguns fiéis, dotados de um espírito mais burlesco, costumavam adornar na véspera da festa de finados as paredes dos cemitérios com imagens do diabo puxando uma fila de pessoas para a tumba: papas, reis, damas, cavaleiros, monges, camponeses, leprosos, etc. (afinal, a morte não respeita ninguém). Também eram feitas representações cênicas, com pessoas disfarçadas de personalidades famosas e personificando inclusive a morte, à qual todos deveriam chegar. Possivelmente, a tradição de pedir um doce, sob ameaça de fazer uma travessura (trick or treat, “doce ou travessura”), teve origem na Inglaterra, no período da perseguição protestante contra os católicos (1500 1700). Nesse período, os católicos ingleses foram privados dos seus direitos legais e não podiam exercer nenhum cargo público. Além disso, foram lhes infligidas multas, altos impostos e até mesmo a prisão. Celebrar a missa era passível da pena capital e centenas de sacerdotes foram martirizados.Produto dessa perseguição foi a tentativa de atentado contra o rei protestante Jorge I. O plano, conhecido como Gunpowder Plot (“Conspiração da pólvora”), era fazer explodir o Parlamento, matando o rei, e assim dar início a um levante dos católicos oprimidos. A trama foi descoberta em 5 de novembro de 1605, quando um católico converso chamado Guy Fawkes foi apanhado guardando pólvora na sua casa, tendo sido enforcado logo em seguida. Em pouco tempo a data converteu se numa grande festa na Inglaterra (que perdura até hoje): muitos protestantes a celebravam usando máscaras e visitando as casas dos católicos para exigir deles cerveja e pastéis, dizendo lhes: trick or treat(doce ou travessuras). Mais tarde, a comemoração do dia de Guy Fawkes chegou à América trazida pelos primeiros colonos, que a transferiram para o dia 31 de outubro, unindo a com a festa do Halloween, que havia sido introduzida no país pelos imigrantes irlandeses.Vemos, portanto, que a atual festa do Halloween é produto da mescla de muitas tradições, trazidas pelos colonos no século XVIII para os Estados Unidos e ali integradas de modo peculiar na sua cultura. Muitas delas já foram esquecidas na Europa

Novos elementos do Halloween

A celebração do 31 de Outubro, muito possivelmente em virtude da sua origem como festa dos druidas, vem sendo ultimamente promovida por diversos grupos neo-pagãos, e em alguns casos assume o caráter de celebração ocultista. Hollywood fornece vários filmes, entre os quais se destaca a série Halloween, na qual a violência plástica e os assassinatos acabam por criar no espectador um estado de angústia e ansiedade. Muitos desses filmes, apesar das restrições de exibição, acabam sendo vistos por crianças, gerando nelas o medo e uma idéia errônea da realidade. Porém, não existe ligação dessa festa com o mal. Na celebração atual do Halloween, podemos notar a presença de muitos elementos ligados ao folclore em torno da bruxaria. As fantasias, enfeites e outros itens comercializados por ocasião dessa festa estão repletos de bruxas, gatos pretos, vampiros, fantasmas e monstros, no entanto isso não reflete a realidade pagã.

 

HALLOWEEN

 

 

Muitas histórias, mitos, símbolos envolvem o tão misterioso “Dia das Bruxas”. Comemorado dia 31 de outubro a data não foi escolhida por acaso. No calendário celta, este é um dos quatro principais dias de descanso das bruxas, os quatro dias de “meio trimestre”. Os antigos acreditavam que em uma certa noite, bruxas, fantasmas, espíritos, fadas, e duendes saiam para prejudicar as pessoas. Conta-se ainda que a lua cheia marcava a época de praticar certos rituais ocultos.

O gato estava associado às bruxas por superstição. Acreditava-se que as bruxas podiam transferir seus espíritos para gatos, então se acreditava que toda bruxa tinha um gato. O gato era tido como “um espírito familiar” e muitos eram mortos quando se suspeitava ser uma bruxa.

Com toda esta história, culturas e mitos chega a dar medo de sair de casa na tão misteriosa noite do dia 31. Muitas pessoas, se é que podem ser chamadas de pessoas, misturam toda esta fantasia com a realidade. Um exemplo disso são os vândalos que estão mais interessados em brincadeiras de mau gosto do que em festas. Há vários casos de criminosos e loucos distribuindo balas envenenadas ou guloseimas contendo agulhas ou lâminas. Outro perigo é o de que os motoristas não vêem as crianças com trajes típicos de cores escuras andando em ruas escuras. Mas seria difícil você pensar numa virtude positiva nos festejos do Halloween. Seu simbolismo envolve demônios, fantasmas, morte, trevas, esqueletos, medo e terror.

E você, o que fará na noite do dia 31? Entrará no mistério e nos mitos da noite ou ficará em casa aguardando o dia primeiro?

 

 

As máscaras de Halloween...

 

 

 

 

 

Em alguns países no estrangeiro algumas crianças costumam pedir doces para o Halloween e que não dá sofre as consequencias com tropelias...

 

Noite das Bruxas

 

O Dia das Bruxas (Halloween na língua inglesa) é uma celebração que ocorre nos países de origem anglo- -saxónicos — Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Reino Unido — tendo como base as celebrações dos antigos povos celtas. Hoje a imagens de marca da noite das bruxas, exportada para o mundo através dos filmes de cinema, é a abóbora iluminada com um rosto humano. É nessa noite que as crianças “tiram os esqueletos do armário” e vão, de porta em porta, assustar os vizinhos e pedir doces.


ANTIGO FESTIVAL CELTA

A origem do Halloween remonta às tradições dos povos que habitaram a Gália (actual França) e as ilhas da Grã-Bretanha entre os anos 600 a.C. e 800 d.C.

Nessa época, o Halloween não tinha relação directa com as bruxas. Era uma festa do calendário celta da Irlanda, o festival de Samhain, celebrado entre 30 de Outubro e 2 de Novembro. A celebração marcava o fim do Verão (samhain significa literalmente “fim do Verão” na língua celta) e tinha como objectivo honrar os mortos.

Para os celtas, o lugar dos mortos era de felicidade perfeita, onde não haveria fome nem dor. A festa era celebrada com rituais presididos por sacerdotes druidas, que serviam de intermediários com os seus antepassados. Acreditava-se também que os espíritos dos mortos voltavam nessa data para visitar os seus antigos lares e guiar os seus familiares para o outro mundo.

A invasão das Ilhas Britânicas pelos romanos (46 a.C.) acabou por misturar a cultura latina com a celta. No final do século II, com a evangelização desses territórios, a religião dos Celtas, chamada druidismo, transmitida oralmente de geração em geração, já tinha praticamente desaparecido.

TODOS OS SANTOS CATÓLICOS

No ano 615, o Papa Bonifácio IV transformou um templo romano (panteão) num templo cristão e dedicou-o a “Todos os Santos” — a todos os que nos precederam na fé.

Inicialmente a festa de Todos os Santos era celebrada no dia 13 de Maio. Em 741, o Papa Gregório III mudou a data para 1 de Novembro. Na noite anterior (31 de Outubro) havia uma vigília preparativa da celebração que se chamava All Hallow’s Eve (Vigília de Todos os Santos) hoje simplificada para Halloween.

Suspeita-se que a relação da comemoração desta data com as bruxas teria começado na Idade Média, durante a Inquisição. Nesse período negro da História todos os que fossem alvo de suspeita de feitiçaria eram designados por bruxos, ou bruxas, devendo ser julgados pelo tribunal do Santo Ofício (os autos de fé) e queimados na fogueira.

AS BRUXAS SAEM À RUA

Os historiadores acreditam que a comemoração do Halloween, tenha sido levada para os Estados Unidos através dos emigrantes irlandeses (povo de cultura celta) no século XIX. No entanto, se analisarmos o modo como o Halloween é hoje celebrado nos países anglo-saxónicos veremos que já pouco tem a ver com as suas origens — quer as celtas, quer as católicas.

Acredita-se também que o costume dos “disfarces”, terá nascido na França, entre os séculos XIV e XV, durante a Peste Negra, que dizimou metade da população da Europa e criou um grande temor da morte. Nessa altura foram criadas várias representações artísticas, conhecidas como danças da morte ou danças macabras, que recordavam às pessoas a sua própria mortalidade.

CRIANÇAS PEDES GULOSEIMAS

Julga-se igualmente que a tradição de pedir um doce, sob ameaça de se fazer uma travessura (trick or treat, “doce ou travessura”), nasceu na Inglaterra, no período da perseguição protestante contra os católicos (de 1500 a 1700). Estes criaram o plano, conhecido como Gunpowder Plot (“Conspiração da Pólvora”), que pretendia fazer explodir o Parlamento e matar o rei protestante.

A trama foi descoberta em 1605, quando o católico Guy Fawkes foi apanhado com pólvora na sua casa, tendo sido enforcado. Em pouco tempo a data converteu se numa grande festa na Inglaterra.

Mais tarde, a comemoração do dia de Guy Fawkes chegou à América trazida pelos primeiros colonos, que a transferiram para o dia 31 de Outubro, unindo-a com a festa do Halloween, introduzida no país pelos irlandeses.

HALlOWEEN À HOLLYWOOD

Na celebração actual do Halloween as crianças usam fantasias de bruxas, gatos pretos, vampiros, fantasmas e monstros para exorcizar o medo da morte. A indústria de filmes de Hollywood tirou partido da data festiva e transformou-a numa celebração ocultista, repleta de violência e assassinatos. Na noite em que as crianças “exigem” doces aos vizinhos, todas as casas têm à porta a sua lanterna vegetal (“Jack o’Lantern” em inglês).

O Dia dos Finados

O “Dia dos Fiéis Defuntos” ou “Dia de Finados” é celebrado pela Igreja Católica no dia 2 de Novembro, logo a seguir ao “Dia de Todos-os-Santos”. Desde o século II que alguns cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires. No século V, a Igreja dedicava um dia do ano para rezar pelos mortos dos quais ninguém se lembrava. No século XIII a efeméride passou a ser comemorada a 2 de Novembro, no dia seguinte ao de “Todos os Santos”. Nessa data as pessoas limpam e decoram as campas dos seus antepassados.

O Dia dos Mortos

No México, o Dia dos Mortos é uma celebração local, que honra os defuntos no dia 2 de Novembro e coincide com as tradições católicas, levadas pelos espanhóis, do “Dia dos Fiéis Defuntos” e o “Dia de Todos os Santos”. A UNESCO declarou-a como Património da Humanidade.

Há relatos que os astecas e os maias já praticavam este culto cujas origens remontam, pelo menos, há três mil anos. Nessa época era comum a prática de conservar os crânios como troféus e mostrá-los durante os rituais que celebravam a morte e o renascimento.

O festival de rua, que hoje se tornou no “Dia dos Mortos”, era comemorado no nono mês do calendário solar asteca. As cerimónias eram presididas pela deusa Mictecacíhuatl, a “Dama da Morte”, actualmente relacionada com La Catrina (ver foto à direita), personagem criada por José Guadalupe Posada, e esposa de Mictlantecuhtli, senhor do reino dos mortos. As festividades eram, sobretudo, dedicadas às crianças e aos parentes falecidos. Hoje é uma das festas mexicanas mais animadas, em que, de acordo com a tradição, os mortos vêm visitar os seus parentes. A “visita” é festejada com comida, bolos, festa, música e doces, entre os quais as caveirinhas de açúcar.

 

Feliz Dia das Bruxas (31 de Outubro de 2009)

 

Papel de Parede - Cemitério no Halloween 1152x864

 

 

 

 

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publicado por Rickymcdread às 22:27
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